Ninkasi, a Deusa da Cerveja

Ninkasi é a antiga deusa sumeriana da cerveja, que transformou uma mistura de água e cevada em um líquido dourado, conhecido hoje como cerveja.

Era uma deusa muito popular que fornecia cerveja aos deuses. Ela era considerada a própria personificação da cerveja.

Receba as postagens do Ninkasi Beer Club no seu e-mail!

segunda-feira, 30 de junho de 2014

Schofferhofer Hefeweizen - Degustação nº 012


Degustei esta cerveja de trigo de origem alemã na última sexta-feira. É uma cerveja turva, de cor alaranjada e com uma boa formação de espuma, cremosa e de média duração. A cerveja tem um aroma frutado e é altamente leve e refrescante. Com pouquíssimo amargor e um leve sabor cítrico. Ótima opção para os dias mais quentes. É uma cerveja com boa drinkabilidade.

Cervejaria: Binding-Braueri (pertencente ao Grupo Dr. Oetker)
Estilo: German Wiezen
TA: 5% ABV


sexta-feira, 27 de junho de 2014

Baltika nº6 Porter - Degustação nº 011


De origem Russa, esta cerveja é produzida pela cervejaria Baltika Brewery (Grupo Carlsberg). Famosa por ser a única cerveja premium russa que consta no famoso catálogo "Great Beer Guia: 500 Classics Brews, do escritor e especialista em cerveja famoso mundialmente, Michael Jackson.

Degustei esta Porter na última sexta-feira. Uma cerveja de cor marrom bem escuro, e com espuma bege de curta duração. Corpo de leve a médio, com aroma tostado e sutil de chocolate e de café. No sabor, malte tostado e leve amargor.

Estilo da Cerveja: Baltic Porter
Graduação Alcoólica: 7,0%

Abs,
Araújo Junior

Weltenburger Kloster - Hefe-Weissbier Dunkel - Degustação nº 010


Mais uma do estilo Dunkel que degustei na semana passada. Agora produzida também no Brasil pelo Grupo Petrópolis. Segundo a cervejaria, seguindo a mesma tradicional receita alemã da cervejaria original, Klosterbrauerei Weltenburg.

Weltenburger Kloster Hefe-Weißbier Dunkel é uma cerveja escura de trigo, com aroma e sabor remetendo a caramelo, malte e frutas (talvez banana). É realmente bem aromática.
Possui a coloração escura, acobreada e sua espuma é densa e de média duração. Corpo de leve a médio.
Gostei desta cerveja e recomendo.
Encontrada nos mercados a um preço médio de R$ 12,00.

Ingredientes: Água, Malte de Trigo, Malte de Cevada, Lúpulo e Levedura
Álcool (%): 5,3% ABV

Cheers!
Araújo Junior

Ravache Munich Dunkel - Degustação nº 009


É uma Lager, de baixa fermentação, do estilo Munich Dunkel, com 5,3% de teor alcoólico. De acordo com a ficha técnica, esta cerveja é elaborada com cinco variedades de malte e lúpulo floral da região da Hallertauer. A palavra dunkel significa escuro, no idioma alemão, indicando então que se trata de uma cerveja escura.

Cervejaria: Ravache (Guitt's)
ABV(%): 5,3
Estilo: Munich Dunkel
Embalagem: Garrafa de 600 ml

É uma cerveja de coloração castanho avermelhado, com corpo límpido. Sua espuma de cor bege apresentou ótima formação, densa e com boa persistência. Boa transição de renda no copo. 

No aroma, o malte remete a caramelo e tostado, sendo de forma média. Presença sutil de lúpulo. Presença de álcool não muito forte ao aproximar o copo do nariz. No sabor o caramelo e um leve dulçor se sobressaem, juntamente com toque torrado. 

O aftertaste é duradouro com leve dulçor. Com corpo leve e rescência idem, é uma cerveja fácil de beber, ou seja, com bom drinkability. A percepção alcoólica é oportuna. Boa cerveja!

Saúde,
Luiz Araújo

domingo, 22 de junho de 2014

Não ponha cerveja fora: conheça 10 dicas para reaproveitar restos de cerveja.



Esta matéria foi postada no site do HAVE A NICE BEER. É muito divertida e interessante. Boa leitura!

Quem já deu uma festa em casa sabe do que estamos falando. Sempre tem um ou outro vários muitos convidados que deixam aqueles restinhos de cerveja em copos ou garrafas no fim da função. Além desses restos serem uma heresia, já que cerveja não merece não ser bebida, eles também são um inconveniente na hora de recolher o lixo.

Clique aqui e leia o texto completo no Have a Nice Beer.

Fonte: http://blog.haveanicebeer.com.br/curiosidades/nao-ponha-cerveja-fora-conheca-10-dicas-para-reaproveitar-restos-de-cerveja/

Cervejas artesanais: as 8 maiores dificuldades para começar a beber

Por Amanda Henriques


1. Seu amigo PARCEIRO resolve te mostrar que cervejas especiais são ótimas e lhe oferece uma IPA.
As IPAs são as queridinhas da galera cervejeira, mas fazer isso com o seu amigo novato é a MAIOR sacanagem. Ele [ou ela] vai achar que o mundo das artesanais é tão amargo quanto lúpulo, que seus amigos cervejeiros são malucos, e que pra gastar dinheiro com isso é melhor voltar pras cervejas comuns. Esse amargor das IPAs dificilmente é aceito de cara por quem está começando.

Para aqueles que gostaram logo na primeira vez, meus sinceros cumprimentos às suas papilas gustativas e bem-vindo ao seu planeta de origem. Portanto, hopheads, nada de traumatizar o povo: na maioria dos outros casos, vai dar mais certo começar com estilos mais suaves, fáceis de beber como as weizen e ales mais adocicadas se quiser trazer o seu amigo para o lado bom da força.

2. Você sabe o que está tomando?

O pessoal convida pra ir no bar, você olha para a lista das torneiras, tem que escolher uma e sem critério... Vai pelo preço? Pelo país? Pelo nome mais esquisito?

Se estamos começando a aprender, como raios vamos saber qual escolher? Bem, o legal é não ter vergonha de perguntar pro amigo, pro garçom, pro Tio Google... E pesquisar. E experimentar.

Se você está chegando agora nesse mundo, vai ficar fascinado com a quantidade de estilos, suas peculiaridades, a história, seus sabores. É um assunto muito bacana de estudar a teoria e certamente um dos mais deliciosos de aprender na prática.

Nessa jornada, o Untappd me ajudou bastante. É um aplicativo de cervejas que tem as informações básicas dos rótulos, os comentários de quem já tomou e permite que você faça check-in nas cervejas que já tomou, deixando ali suas impressões. [Eu deveria ganhar algo por essa propaganda...]

É bom conhecer de tudo um pouco e dar margem para erros também.
Se você chegar no bar sonhando com uma cerveja leve e refrescante e pedir uma encorpada Russian Imperial Stout, se agarre à oportunidade de aprender ainda mais e... saúde!

3. Cerveja boa é cerveja importada

Essa é uma das coisas que mais dói ouvir. Há marcas brasileiras incríveis, microcervejarias brasileiras com rótulos premiados, cervejeiros brasileiros extremamente competentes e a sua classificação de cerveja boa é "importada"? Não! Esquece isso. Não é porque a sua avó acha que toda palha de aço é Bombril que você vai cair nessa falácia repetida em progressão geométrica pelo mundo.

Aliás, começar pelas brasileiras é uma boa pro bolso!

4. Dois latões por cinco: o dilema preço x quantidade

Sair do mundo do 'dois-latão-É-5'* é complicado. E o maior problema nem é o preço em si, mas a relação entre a quantidade x preço. "Como assim, 330ml de cerveja por esse preço? Compro um pack com esse dinheiro". Mas no mundo das artesanais o que importa não é beber muito, é beber com qualidade.

[Maaaaas se a intenção é justamente abraçar o capeta, você vai descobrir algo muito interessante: algumas cervejas são tão alcoólicas que não precisam de mais de dois ou três copos para fazer o estrago-cognitivo-almejado. Fica com a dica e esqueça que fui eu quem disse isso]

*carioquês malandro dos paranauê de camelô

5. O cervejês

Esqueça o "drinkability", o "retrogosto", "as nuances de maracaju da Polônia com final seco". Se algum cervochato estiver à mesa e você não entender metade do que ele diz, ligue o fo**-se. Tome a sua cervejinha e se puder anote o que você sentiu mesmo se precisar definir a cerveja como gosto de "bacon". Com o tempo, ao ler mais sobre o assunto, você vai poder fazer associações mais coerentes. E descobrir que o gosto de bacon, pode sim fazer sentido ao descrever, por exemplo, o sabor defumado de uma rauchbier.

6. Misturar tudo

Stout, Lager com Weizen. Vai com calma! Quando bebemos cerveja comum em eventos sociais é normal que um copo emende o outro em um ritmo frenético. Mas aqui o bacana é degustar com calma. Cada cerveja tem muita história pra contar, muitas nuances para descobrir. Sem pressa.
Se é pra beber desse jeito, daqui a pouco você não vai sentir diferença nenhuma e aí não vai ser nada inteligente pro seu bolso.

7. Não importa o que você bebe, mas com quem você divide a mesa

É muito normal se empolgar e sair falando sobre o rótulo especial XYZ com seus amigos. E compartilhar a foto da cerveja que você tomou. E dar cerveja artesanal de presente. E falar sobre os diferentes estilos de cerveja que existem. E alertar que cerveja de massa leva arroz e...
... Seus amigos podem achar que agora você SÓ toma cerveja especial. (e ainda que seja verdade...)

Quando você prova os rótulos artesanais, o mundo das latinhas de Brahmol fica muito chato. Mas como nem todo mundo vai entrar nessa com você, não é por causa disso que você vai deixar de sair com o pessoal.

Contenha-se um pouco pra não virar um cervochato. Não tente evangelizar o mundo.
E se alguém vier com aquele papo de "fulano agora só toma cerveja com nome esquisito", use o clichê de frase de Facebook: "Não importa o que você bebe, mas com quem você divide a mesa".

Dá certo.
E mesmo que as latinhas de Brahmol passem longe de você no churrasco do Quinho, você acaba de confortar corações.

8. Preconceito

Pode ser que alguns dos seus amigos não entendam o seu hobby. No Brasil, cervejas especiais são caras. Em alguns estados como no Rio de Janeiro, o preço é ainda mais desanimador. E voltando à história da quantidade x preço, nem todos vão querer embarcar nessa aventura com você. Pode rolar um preconceito de quem não entende. Mas e daí? Se você quer aprender, embarque de cabeça e copo à mão.

Outro tipo de preconceito é a forma como cerveja é tratada no Brasil. Até hoje me pergunto por que gostar, estudar e degustar vinhos é visto de uma forma mais positiva do que a mesma coisa no universo das cervejas. No meu caso, sendo mulher, a coisa ainda piora. Acredito que esse preconceito se deva à banalização das cervejas pelas grandes empresas e a forma como a mídia a vendeu por todos esses anos.

Felizmente, a profissão de sommelier de cervejas vem ganhando espaço proporcional ao crescimento acelerado do mercado. Já há cursos especializados para essa área com chancela internacional e acredito na quebra desse tabu gradativamente. A outra boa notícia fica por conta dos produtores brasileiros que vêm criando receitas que são verdadeiras obras de arte e ajudam a elevar #cervejadeverdade a outro patamar.

E você, já passou por alguma dificuldade?
Se identificou com alguma delas?

*Agradecimentos ao Anderson Senne e Leopoldo Souza pela discussão que me ajudou a construir esses tópicos.

Fonte: http://www.mariacevada.com.br/2013/11/cervejas-artesanais-as-8-maiores.html

MONDIAL DE LA BIÈRE MONTREAL 2014


COMO FICOU O RANKING DAS CERVEJAS COM AS MEDALHAS DE MONTREAL
Depois das consquitas no Mondial de La Bière Montreal 2014, anunciadas neste 12 de junho, confira como ficou o ranking da Revista Beer Art, que pesquisou os arquivos de todas as edições de 12 concursos desde o ano 2000 e atribuiu pesos diferenciados para conquistas nacionais, continentais e internacionais, produziu ranking com quase 300 rótulos de cervejas brasileiras.

As medalhas de Montreal acrescidas ao ranking:Platina para Double Perigosa (Bodebrown)
Ouro para a Cacau Ale, a Perigosa Imperial Stout (Bodebrown), a Colorado Ithaca e a Coruja Weizenbock.

RANKING - TOP BEERART
Confira as cervejas mais premiadas, por ordem, em número de medalhas, combinado com o peso de cada uma (se ouro, prata ou bronze e se em disputa nacional, continental ou internacional). A combinação de pesos resultou em uma pontuação, expressa abaixo. Para saber detalhes da cerveja artesanal, clique no nome:
1. Bamberg Rauchbier - 49,5 PONTOS
2. Bamberg Schwarzbier - 40,5 PONTOS
3. Eisenbahn Dunkel - 35 PONTOS
4. Colorado Ithaca - 34 PONTOS
5. Bamberg Altbier - 32 PONTOS
6. Bierland Pale Ale - 27 PONTOS
7. Eisenbahn Weizenbock - 25,5 PONTOS
8. Bierland Imperial Stout - Bierland Vienna - 25 PONTOS
9. Baden Baden Bock - 22,5 PONTOS
10. Wee Heavy - 20,5 PONTOS
11. Baden Baden Stout - 18 PONTOS
12. Baden Baden Golden - Baden Baden Weiss - Bamberg München - Wäls Petroleum - 17 PONTOS
13. Bierland Bock - 15,5 PONTOS
14. Eisenbahn Rauchbier - Eisenbahn 5 Anos - Eisenbahn Lust Prestige - 14 PONTOS
15. Bäcker Bravo - Bamberg Helles - 13 PONTOS
16. Bamberg Camila Camila - Wäls Dubbel - 12,5 PONTOS
17. Double Perigosa - Imperial Stout - 12 PONTOS
18. Baden Baden Red Ale - 11 PONTOS
19. Cacau IPA - Perigosa IPA - Colorado Demoiselle - Wäls Bohemia Pílsen - Wäls Quadruppel- 10 PONTOS
20. Drewna Piwa - 9,5 PONTOS
21. Eisenbahn Kölsch - 9 PONTOS
22. Bamberg St Michael - Bierbaum Vienna - Eisenbahn Strong Golden Ale - 8,5 PONTOS
23. Baden Baden 1999 - Bamberg Maibaum - Bierland Weizen - Eisenbahn Pale Ale - Falke Ouro Preto - Tripel Hop Montfort - 8 PONTOS
24. Bier Hoff Pilsner - Colorado Vixnu - Devassa Bem Loura - Eisenbahn Weizen - 7,5 PONTOS
25. Bierbaum Dunkel - Cirilo Coffee Stout - Wäls Brut - 7 PONTOS
26. Bäcker Brown - Invicta Imperial IPA - 6,5 PONTOS
27. Amazon Forest Bacuri - Baden Baden Chocolate - Baden Baden Cristal -Bamberg Kölsch -Bamberg O Calibre - Brazilian Cacau Ale - Bier Hoff Jerimoon - Bierland Pilsen - Black Rye IPA - Bohemia Imperial - Coruja Alba Weizenbock - Gasoline Soul - Green Cow - Hop Weiss- Invicta India Black Ale - Pagan Valhala - India Pale Ale - Pan Head - Wäls Trippel - Wäls Witte - 6 PONTOS
28. Eisenbahn Pilsen - Colorado Berthô - 5,5 PONTOS
29. Amazon Stout Açaí - Amazon Witbier Taperebá - Bierbaum Weisshelles -Bierland Belgian Blonde Ale - Bierland Blumenau - Dama Bier Stout -Göttlich Divina! - Província Puro Malte Alcohol Free - Invicta + 2Cabeças Saison à trois - Wallace Amber - 5 PONTOS
30. Bamberg Weizenbier - Brahma - Cara Preta - Devassa By Playboy - Ilex - Nova Schin - Schin - 4,5 PONTOS
31. Baldhead Belgian Dark Strong Ale - Catarina Vintage Ale - Dama Bier Amber Lady - Dama Bier Blonde Lady - Dama Smoked Porter - Double APA - Hi-5 Black IPA - Insana Chocolate Porter - Invicta German Pilsener -Itajahy Porter - Karavelle Barba Negra - Karavelle Weiss -Noi Rossa -Nostradamus - Peripécia Tripel - Província Premium - Schloss - 4 PONTOS
32. Dado Bier Irish Red - 3,5 PONTOS
33. Áustria Export - Berggren Beer Stout - Bierbaum Weizenbock - Bier Hoff Red Ale - Bierland Oceânica - Black Metal IPA - Blanche De Curitiba -Bodebrown Dry Stout - Bodebrown Old Ale - Caldo de Bituca - Colônia Low Carb - Colorado Indica - Crazy Rye - Lake Side Beer -Dama Bier ESB -Dama Bier Weissbier - Darkness - De Bora Porter - Double Vienna -Eisenbahn São Sebá - Falke Vivre Pour Vivre - Funhouse Belgian Blond - Hoffen Golden Eye - Imperial Stout Oak - Insana Gold - Itajahy Pale Ale - Karavelle Keller -Klaus Bier Weiss- Klein American Pale Ale - Labareda - Lagom Belgian Pale Ale - Menina da Ilha - Niña - Noi Avena - Noi Nera - Opa Bier Old Ale -Patada - Polimango - Ratos do Porão - Schin No Grau - Schornstein IPA - The Beers Underground - Extra Fancy IPA - Wäls Stadt Jever - Way Beer American Pale Ale - Wensky Lobisomen - Zehn Bier - Heller Bock - 3 PONTOS
34. Colorado Cauim - 2,5 PONTOS
35. Abadia Saint Arnould 8 - Amazon Red Ale Priprioca - Áustria Dunkel -Áustria Hefe Weizen -Bäcker Pale-Ale - Bäcker Pilsen - Baden Baden Witbier - Bier Hoff IPA - Bier Hoff Nigra - Bierbaum Weizen Rauchbier -Bierland American Red Ale - Bierland Strong Golden Ale -Blanche de Maison - California Golden Ale - Colorado Appia - Dado Bier Royal Black -Das Bier Braunes Ales - De Bora Extreme - Dum Petroleum - Eisenbahn Orgânica - Eisenbahn Weihnachts Ale - Emigrator - Exterminador De Trigo -Göttlich Divina! Weiss - Heilige Red Ale - Insana Weizen - Jacu do Mato -Jambreiro Inconfidentes LebensKraft - Júpiter APA - Küd Run Rabbit - Lost in Translation - Maniba Red Bloody Ale - Morada Kölsch - Oktoberfest- Opa Bier Porter - Pacific Extra Pale Ale - Província European Red Brazilian Style - Saison de Caipira - Sambaqui Blond Ale - St. Gallen Imperial Stout - Schornstein Imperial Stout -Sexta-Feira - The Beers - Chicago Blues Robust Smoked Porter - Therezópolis Gold - Therezópolis Rubine - Tupiniquim Anunciação IPA - Valquíria - Verum - Way Cream Porter -Way Red Ale - 2 PONTOS
36. Antartica - Bäcker IPA (Pele Vermelha) - Bamberg Franconian Rhapsody - Berggren Bock -Bier Hoff Weizen - Bierbaum Bock - Bierbaum Lager - Colônia Pilsen -Curupira - Dama Santa Muerte Nut Brown Ale - Devassa Ruiva - Eisenbahn A Dama do Lago - Karavelle Pale Ale - Negra (Colônia) - Província Weiss - Três Lobos American Pilsen - 1,5 PONTO
37. Amazônia Brazilian Beer - Amnésia - Asgard Dunkel - Áustria Imperium - Bäcker Trigo -Baldhead German Style Kölsch Beer - Beatus - Bier Hoff Premium - Bier Hoff Witbier - Bodebrown Atomga - Brahma Zero - Brotas Beer Dry Stout - Brotas Beer Weissbier -Burgman Stout - Capitão Senra - Cerveja Do Amor - Colombina IPA - Das Bier Stark Bier -De Bora Poderosa IPA - Falke Bier Diamantina - Funk IPA - Gauden Bock - Heilige Pale Ale- Heilige Pilsen Extra - Heilige Porter - Holy Cow - Karavelle Red Ale Hell - Mistura Clássica Premium - Nera Reale - Noi Bianca - Opa Bier Pale Ale - Ordinááária - Pagan Strong Bitter -Quatre (4) Blés - Rasen Dunkel - Saison de Caju - Sauber Pumpkin Ale - Slava - Stolz - Belgium Specialty Ale - Coffee - Stolz - Belgium Dubbel - Taberna do Vale Brown Ale - Therezópolis Weiss - Urbana Boo - Wäls Niobium - Wäls/Way Vanilla Hoppy Cookie -Wensky Baltic Porter - Zehn Bier Pilsen Extra - 1 PONTO

@TopBeerArt

OS CONCURSOS
O Top BeerArt é montado com os resultados dos seguintes concursos (o que recebe o maior peso é World Beer Cup, ou seja, "A Copa do Mundo da Cerveja", em que o Brasil conquistou até hoje apenas seis medalhas, sendo o primeiro ouro em 2014):

World Beer Cup
World Beer Awards
Mondial de La Bière Montreal
Mondial de La Bière Mulhouse
Mondial de La Bière Strasbourg
Mondial de La Bière Rio
International Beer Challenge
European Beer Star
Australian International Beer Awards
South Beer Cup
Copa Cervezas de América
Festival Brasileiro da Cerveja

Fonte: http://revistabeerart.com/news/2014/6/13/como-ficou-o-ranking-das-cervejas-com-as-medalhas-de-montreal

MONDIAL DE LA BIÈRE RIO 2014 ESPERA RECEBER 25 MIL PESSOAS

O Rio de Janeiro sediará, entre 20 e 23 de novembro deste ano, pela segunda vez, a edição brasileira do Mondial de La Biére, festival de cervejas criado em Montreal, no Canadá em 1993 e realizado também em Mulhouse, na França. A primeira edição levou cerca de 20 mil pessoas também em quatro dias aoTerreirão do Samba, na Praça Onze, que foi coberto por uma tenda metálica climatizada.

A idealizadora e presidente do evento é a sorridente e agitadaJeannine Marois, canadense, designer gráfica por formação, que não só cuidou de toda a organização como conseguiu aproveitar bastante o festival. A recompensa financeira, diz ela, não é tão grande, mas a satisfação do contato com muitos dos melhores cervejeiros do mundo e suas obras-primas compensa o esforço.

Em entrevista exclusiva ao blog Dois Dedos de Colarinho, por e-mail, Jeannine falou das expectativas para a edição deste ano fez um balanço do evento de 2013 - que estava previsto inicialmente para o Armazém, mas mudou para o Terreirão do Samba devido â demolição da Avenida Perimetral, parte das obras de revitalização da região para a Olimpíada de 2016, cuja programação foi alterada pela Prefeitura do Rio.

O que parecia um revés acabou se transformando em vantagem. O acesso ao Terreirão era muito mais simples que a uma Zona Portuária repleta de caminhos fechados e rotas alteradas. Grande parte dos ônibus que trafegam pelo Centro, vindos de qualquer das zonas das cidade, passam pela Avenida Presidente Vargas, perto da Central do Brasil. Para completar, uma fila inesgotável de táxis se materializou para levar boa parte dos visitantes moradores do Rio. Havia ainda diversos grupos que alugaram vans e contrataram motoristas.


ENTREVISTA // JEANNINE MAROIS
Presidente e diretora do Mondial de La Biére

No terceiro e no quarto dias do festival, havia cervejarias cujos estoques estavam esgotados e tiveram que recorrer a distribuidores locais para conseguir mais de suas próprias cervejas para oferecer ao público. Vocês têm uma estimativa de quantos litros foram vendidos? Quais eram as previsões iniciais?

O total de litros vendidos em 2013 é difícil de estimar, uma vez que nem todos os cervejeiros nos forneceram a informação. Mas a partir do que disseram os cervejeiros que mencionaram (o volume vendido), penso que podemos dizer no mínimo 50 mil litros. Mas não tínhamos uma expectativa em vendas, e sim em visitantes (que foi alcançada). Para a próxima edição, os cervejeiros com quem falei disseram que vão trazer mais cerveja.

Considerando os resultados da primeira edição, qual é a expectativa para o número de visitantes este ano?

Nós esperamos aumentar a quantidade de visitantes respeitando a quantidade de cerveja que podemos oferecer. Esperamos ter 25 mil visitantes.

E quanto aos estandes de cervejarias e lojas de cervejas? Existe uma estimativa do crescimento do número de participantes?

Sim, já temos 70% das cabines reservadas. Nossa expectativa, ao final, é ter um aumento de 40% a 50% no número de expositores.

Na edição passada, vocês tiveram dificuldades com a transferência de última hora da Zona Portuária. Este ano, será novamente na Praça Onze. No sábado, que estava totalmente lotada, houve reclamações sobre o calor. No domingo, o tempo esfriou e choveu um pouco, o que aliviou. Vocês procuraram outros espaços? Vocês pretendem fazer algo diferente em relação ao espaço, em termos de organização? O Terreirão do Samba vai ser coberto de novo com aquela estrutura metálica?

Nós tivemos um grande desafio com esta mudança no último minuto. O novo espaço só ficou disponível oito dias antes do dia da abertura e quatro dias antes da montagem.

Neste ano, o cenário é completamente diferente. Nós já estamos planejando os aprimoramentos na infraestrutura e nos serviços - a cada ano, sem dúvida, havera ações que teremos que tomar para melhor acomodar nossos visitantes, expositores e parceiros.

Nosso público é bastante em nos oferecer suas opiniões - que são cheias de críticas construtivas. Isto nos ajuda a aprimorar o serviço e evoluir como uma parte da cadeia que se instala para espalhar a cultura cervejeira. O local é muito bom também no que diz respeito ao acesso também. Estando em uma área central da cidade, podemos ter transporte público pelo caminho todo até o Mondial.

Em relação aos convidados, há cervejeiros estrangeiros e/ou especialistas já confirmados?

Ainda estamos no processo de enviar os convites.

Haverá mudanças significativas no que vai ser apresentado nos palcos e nas salas para aulas e harmonizações?

Nosso objetivo é aprimorar os números de visitantes participando das harmonizações. Também vamos aprimorar nossas parcerias.

Fonte: http://oglobo.globo.com/blogs/doisdedosdecolarinho/posts/2014/04/25/mondial-de-la-biere-rio-2014-espera-receber-25-mil-pessoas-533649.asp

MONDIAL DE LA BIÈRE CONFIRMA PRIMEIROS EXPOSITORES


Mondial de La Bière confirma primeiros expositoresEvento acontece em novembro na Praça Onze

O festival de cerveja Mondial de La Bière confirmou os primeiros expositores da 2ª edição do evento que acontece de 20 a 23 de novembro, mais uma vez na Praça Onze.

O público vai poder degustar cervejas da Baden Baden, Balkonn, Besten, Bier & Wein, Ampolis, Brave Company, Província, Backer. Burgman, Eisenbahn, Fraga, Invicta, Sankt Gallen, Dama Bier, Júpiter e Oceania Group

Além das cervejas, o evento conta com DJs, "Workshops", "Talk Shows" e estandes com os principais restaurantes e bares da cidade. A primeira edição aconteceu em novembro de 2013 reunindo diversos expositores e com mais de 600 rótulos degustados pelos visitantes.

Fonte: http://boadiversao.com.br/guia/rio-de-janeiro/bares/noticia/id/70454/mondial_de_la_bire_confirma_primeiros_expositores

MONDIAL DE LA BIÈRE 2014 - 2ª EDIÇÃO NO RIO DE JANEIRO



Já está confirmada a data da 2ª edição do Festival Internacional de Cervejas Especiais. Será mais uma vez no Rio de Janeiro, entre os dias 20 e 23 de novembro. O local será o mesmo, ou seja, no Terreirão do Samba, na Praça Onze-RJ.


O famoso Festival Internacional de Cervejas Especiais completou 20 anos em 2013 e teve justamente no ano passado a sua primeira edição em solos nacionais, o MBeer Contest, mais precisamente na Praça Onze, na cidade do Rio de Janeiro. Foram mais de 20 mil visitantes e mais de 650 rótulos de cerveja. A maioria dos expositores precisou repor o estoque durante o festival.

No MBeer Contest, concurso realizado para eleger a melhor cerveja do Mondial de La Bière, ocorreu algo raro e inusitado, o empate entre duas cervejas brasileiras, que foram contempladas com a medalha de platina, a mais alta distinção do festival.

São elas:
Colorado Ithaca Oak Aged, produzida em Ribeirão PretoEstilo: Russian Imperial Stout
Teor Alcoólico: 10,5%
Wäls Petroleum, da Região da Pampulha em Belo Horizonte

Com este resultado, as duas cervejas passam a figurar no mais alto degrau no ranking mundial, Cabe ressaltar, que no último concurso do Mondial realizado em Mulhouse, na França, ambas faturaram a medalhas de ouro.

Não foi a primeira vez que aconteceu um empate no Concurso. Isto já havia ocorrido na edição realizada no Canadá.

Além das duas citadas anteriormente, outros 13 rótulos foram premiados com medalhas de ouro. São eles:

Cerveja Colorado: Colorado Ithaca - Ribeirão Preto, Brasil

Cervejaria Coruja: Labareda - Porto Alegre, Brasil

Cervejaria Dortmund Lrda: Nostradamus - Amparo, Brasil

Cervejaria Invicta: Invicta Imperial India Pale Ale - Ribeirão Preto, Brasil

Cervejaria NOI: NOI Nera - Niterói, Brasil

Cervejaria Bodebrown: Bodebrown Black Rye IPA - Curitiba, Brasil

Cervejaria Bodebrown: Bodebrown Hop-Weiss - Curitiba, Brasil

Cervejaria Bodebrown: Tripel Montfort - Curitiba, Brasil

Wäls - Cervejas Especiais: Stadt Jever - Belo Horizonte, Brasil

Wäls - Cervejas Especiais: Wäls Quadruppel - Belo Horizonte, Brasil

Wäls - Cervejas Especiais: Wäls Trippel - Belo Horizonte, Brasil

Wäls - Cervejas Especiais: Wäls Witte - Belo Horizonte, Brasil

Cervejaria Bodebrown / Stone Brewing Co: Cacau IPA, colaboração Brasil e Estados Unidos


Fonte: http://www.mondialdelabiererio.com

A CERVEJA DA PROPAGANDA

Embora a matéria abaixo tenha sido publicada há quase dois anos no site Meio & Mensagem, continua atual.
Escrito por Rodrigo Leão.


Opinião: A cerveja da propaganda 
A maioria das industrializadas não é feita para ser uma boa cerveja: é feita para dar o maior lucro. É uma diferença importante no resultado


Há alguns anos parei de tomar cerveja. Porque toda vez que tomava eu tinha dor de cabeça, me sentia enjoado e no dia seguinte tinha uma ressaca irritante. “Acho que não me dou bem com fermentados”, era como me justificava diante da incredulidade de amigos, que, de imediato, começavam a suspeitar da garra do meu heterossexualismo.

Então, na hora de beber, eu partia pros drinques. Houve a fase hi-fi, a fase gin tônica, a fase Mojito, e assim por diante. Nunca em excesso — dois drinques e ponto. Acordava novinho em folha e não tinha enjoo nem dor de cabeça. Não sentia falta nenhuma da cerveja. Mas, de uns seis meses pra cá, por influência do meu sócio, Márcio Cócaro, um fã desse tipo de bebida, resolvi experimentar umas cervejas artesanais. Não sou muito de cheirar rolha (sabe, como fazem aqueles caras que manjam de vinho e ficam passando a rolha em frente ao nariz e detectando subtons amadeirados?). Então, durante cada um de seus excelentes churrascos gaúchos, ele me apresentava algumas dessas e falava: “Ah! Essa aqui foi feita por monges Trapistas na Bélgica”, e eu não dava muita bola. “Essa aqui ganhou o prêmio xisipisilonzê...” e eu estava, na verdade, curtindo a direção de arte bem louca do rótulo (que é muito comum nesse segmento).

Até que percebi que não passava mal com aquelas cervejas. “De repente eu sou fresco mesmo e meu corpo só se adapta a artigos de luxo,” pensei. Tudo bem que, de fato, aquelas brejas não se pareciam nada com as redondinhas que a gente normalmente toma por aí. Reparei que só se tomava uma ou duas garrafas numa rodada, mais como um vinho do que como as cervejas que eu conhecia. Mas era curioso perceber como a mesma bebida causava reações tão diferentes no meu corpo.

Até que recentemente começamos a trabalhar para uma premiada cervejaria artesanal e o pessoal que faz a cerveja me explicou a diferença. A maioria das cervejas industrializadas não é feita para ser uma boa cerveja: é feita para dar o maior lucro. E essa é uma diferença importante no resultado.

Como assim? Assim ó: além de lúpulo, cevada e água, na latinha entram arroz, milho e outros tipos de cereal mais barato. Aí, vai um produto químico pra fazer uma espuma bonita; outro pra ter cor dourada bonita; e outro para o sabor sair homogêneo. Hoje, tem até umas com mais químicos pra você não empapuçar e beber e gastar mais. Ou seja, não era a cerveja que me fazia mal, era o kit “meu pequeno químico” que as empresas usam pra deixar o produto mais lucrativo que me zoava.

Lembrei então de um artigo que escrevi quando tinha uma coluna no jornal Metro em que eu comparava a mentalidade do empreendedor que gosta do que faz e do empreendedor que só gosta de dinheiro. Apresentava-os como o “O Homem do Negócio” e “O Homem de Negócios”.

O “Homem do Negócio” gosta de fazer bem aquele negócio em que ele se meteu: o faz por obsessão, e não por dinheiro, mas acaba ganhando algum porque necessariamente faz muito bem o que se propõe a fazer. Tanto que muitas vezes integra o nome ao próprio negócio. Como meu amigo Eddy do Trombone, o Rogério Fasano ou mesmo o Professor Porsche.O objetivo final é o próprio processo de viver fazendo algo que faz muito bem feito. Na propaganda, costumávamos ter muitos desses.

Já o “Homem de Negócios” se interessa mais pelas recompensas que um negócio oferece do que no negócio propriamente dito. O objetivo é lucrar, seja vendendo karaokês evangélicos ou vibradores eletrônicos, propaganda ou produtos de arame e plástico. O bom “Homem de Negócios” tende a ficar muito rico pois não importa em que negócio se meta, sempre dá um jeito de ganhar muita grana — faz o que for preciso para lucrar, como, por exemplo, encher a sua loirinha de produtos químicos.

A especialidade do “Homem do Negócio” é criar valor. A especialidade do “Homem de Negócios” é extrair valor. É curioso ver como grandes grupos econômicos internacionais controlam a propaganda que a gente consome e a cerveja que a gente bebe. Eu fico aqui pensando: será que a ressaca que a maioria das propagandas vem me causando atualmente não é causada pelo mesmo motivo da cerveja? Você pode até dizer que eu sou fresco, hipster ou mesmo comunista, mas eu acho muito errado celebrar quem tira mais em lugar de quem acrescenta mais.


Rodrigo Leão é sócio-diretor de criação da Casa Darwin e professor dos MBA de Marketing, MBA Executivo Internacional e International MBA da FIA. Uma vez por mês ele escreve artigos para Meio & Mensagem. Este texto foi publicado na edição 1525, de 3 de setembro.



Leia Mais: http://www.meioemensagem.com.br/home/comunicacao/noticias/2012/09/04/Opiniao-A-cerveja-da-propaganda-e-a-propaganda-da-cerveja.html#ixzz35NlSsYiD
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quinta-feira, 19 de junho de 2014

Benediktiner Weissbier - Degustação nº 008


Uma das minhas preferidas quando o assunto é cerveja de trigo. Tem uma coloração alaranjada escuro e é bem turva. Tem um bom corpo e sua espuma é densa, cremosa e de média duração. É uma cerveja que "enche os olhos".
Tem um aroma frutado (banana e cravo) marcante e um sabor delicioso com leve amargor e uma sensação de agridoce no retrogosto.

Recomendo!

Abs!

Paulaner Hefe Weissbier Naturtrüb - Degustação nº 007


A Paulaner é uma das mais famosas cervejas de trigo do mundo. 

Cerveja de coloração amarelo turva, bem opaca do jeito que eu gosto, ou seja, cerveja de trigo não filtrada. Sua espuma é densa, porém de curta a média duração. Aroma frutado de banana e cravo. O corpo é de leve a médio com média carbonatação. Quase não se nota amargor.

Vale a pena experimentar.

Abs,
Araújo

Bohemia Weiss - Degustação nº 006


Ao experimentar esta cerveja confesso que me surpreendi. Não por se tratar de uma cerveja sensacional e sim por pertencer a uma grande cervejaria que tem por costume nos brindar com as famosas cervejas a base de milho. Ponto para a cervejaria que ao menos tenta oferecer algo de melhor qualidade a seus consumidores. Vamos a avaliação.

A cerveja tem uma coloração dourada e turva. Sua espuma cremosa e de curta duração e seu aroma é levemente frutado. Tem um bom sabor, leve amargor e é altamente refrescante. Não supera e nem chega próximo das melhores cervejas de trigo, no entanto é uma ótima alternativa as pilsens vendidas em massa. Faltou ser mais encorpada.

Mas vale a pena ter em casa, especialmente se considerado o custo benefício.

Abs,
Araújo 



Hoegaarden - Degustação nº 005


Achei esta cerveja extremamente leve e refrescante. Ótima para o verão!
Foge um pouco do que estamos habituados a encontrar nas cervejas de trigo alemães, visto que é uma witbier, cerveja de trigo belga.
A Hoegaarden tem um delicioso toque cítrico (laranja) e de especiarias, com levíssimo amargor. Tem uma espuma densa e média duração. É dourada e levemente turva.
Mais uma refrescante e com ótima drinkabilidade.

Abs,
Araújo

Zehn Bier Weizen - Degustação nº 004


Cerveja de coloração dourada e média turvação. Sua espuma é densa porém de curta duração. Tem no aroma um toque frutado de banana e cravo. Esta cerveja tem médio amargor e vale a pena adquirir, principalmente se considerarmos o custo benefício. Poderia ser mais encorpada.
Em suma, é uma cerveja refrescante, com bom aroma e boa drinkabilidade.

Abs,
Araújo

quarta-feira, 18 de junho de 2014

Petra Weiss Bier - Degustação nº 003




Na última sexta-feira experimentei a Petra Weiss Beer. Esta é uma das cervejas da cervejaria Petrópolis, que fabrica ainda as marcas Itaipava, Crystal, Lokal, Black Princes e Weltenburger Kloster.

A cerveja é leve e altamente refrescante. De coloração palha, pouquíssima turvação e espuma cremosa de longa duração. O aroma e sabor remetem a frutado (banana) e cravo, porém de forma leve. A cerveja tem pouco corpo e é bem refrescante.

Claro que não esperava que esta cerveja fosse superior as alemãs Benediktiner ou a Franziskaner, no entanto, ela fica ainda abaixo das nacionais Bohemia Weiss e da Zehn Bier Weizen, que custam em média o mesmo valor.

Contudo, no que diz respeito a Petra Weiss, digo que vale a pena consumi-la no lugar de uma pilsen de massa.

Abs,
Araújo

Spateen Oktoberfestbier - Degustação nº 002



Na última sexta-feira experimentei a Spaten Oktoberfestbier. Esta é uma das cervejas oficiais do evento que acontece anualmente em Munique,no estado da Baviera, sul da Alemanha.

A cerveja é leve e altamente refrescante. De coloração dourada e espuma cremosa de média duração, aroma de panificação e cereias. Cerveja bem maltada apresentando leve dulçor no início, esta Märzen deixa um prolongado e delicioso amargor, para quem gosta é claro.

Vale a pena experimentar.

Abs,
Araújo

segunda-feira, 16 de junho de 2014

CERVEJAS ARTESANAIS PRODUZIDAS NO BRASIL SE POPULARIZAM CADA VEZ MAIS

Diferentes rótulos de artesanais | André Porto/Metro

Para os bebedores de carteirinha, consumir sempre as mesmas marcas de cerveja tem se tornado cada vez mais desinteressante. Além da grande quantidade de rótulos importados disponíveis em bares e mercados, o brasileiro conta com um número cada vez maior de cervejas artesanais de produção local.

Uma das características dos novos rótulos é o uso de ingredientes pouco tradicionais, que pode incluir itens como café, rapadura e até bacon. “A diferença na produção atual é que antigamente a cultura vinha dos europeus, e era reproduzida fielmente em cidades como Blumenau. Hoje seguem mais a escola americana, que ousa mais”, diz Eduardo Vitelli, um dos sócios da Ciao! Vino e Birra.

Essa ousadia no uso de ingredientes, porém, ainda é um obstáculo para os compradores mais tradicionais. “Culturalmente ainda não aceitamos cervejas muito diferentes. A maior dificuldade é inserir para o público algo que ele não conhece”, diz Douglas Gonçalves, funcionário da franquia de bares Mr Beer.

Deixando de lado o uso de ingredientes incomuns, o grande diferencial das artesanais é justamente não diluir a fórmula original, como fazem as grandes marcas. “Malte, levedura, água e lúpulo são os ingredientes necessários para criar uma cerveja. Para baratear, usam xarope de milho e de arroz no lugar do malte”, explica Gonçalves. “Esses xaropes te desidratam, então você acaba ficando com uma ressaca maior”, diz.

O uso da mistura, porém, não é exclusivo do Brasil. Grandes produtoras como a norte-americana Budweiser usam xarope de arroz em sua fórmula. “As grandes marcas brasileiras estão tentando aumentar a quantidade permitida de aditivos”, diz o sommelier Damien Salles. O limite máximo permitido atualmente é de 45% de adjuntos.

A produção das artesanais no Brasil é pequena se comparada a de outros países, mas cresce cada vez mais, com diversas marcas de qualidade ganhando prêmios e conseguindo uma distribuição mais ampla. “As microcervejarias estão se organizando, mais gente consegue colocar as cervejas em mercados maiores”, comenta o mestre cervejeiro Alexandre Sigolo.

Santa Muerte, vendida pela Mr Beer | André Porto/Metro

Um dos maiores entraves para a produção local é a alta carga tributária. “É mais pesada que a de uma cervejaria grande, e sofre o impacto da variação cambial por conta do uso de ingredientes importados”, diz Sigolo, que aponta também que os trâmites legais para registrar uma cerveja são mais complicados em São Paulo que em outros Estados. Isso acaba refletido no preço final ao consumidor.

Para Salles, a falta de incentivo à produção de cerveja caseira é proposital. “Não é interessante para o governo porque não interessa para as grandes indústrias. O mercado é basicamente dominado por uma marca só”, diz ele. “Toda grande mudança tributária exige uma concordância com interesses diferentes. Hoje existe uma associação de microcervejarias, a ABM, que é pequena mas já consegue ter voz. Eles conseguiram a adição de produtos animais, o que foi uma grande vitória”, completa.

“O Brasil está mais ou menos na situação dos EUA de 20 anos atrás”, diz o sommelier. “Lá a tributação da cervejaria é baseada na quantidade de litros que ela produz, então empresas pequenas pagam menos e entregam um preço mais justo para o consumidor. Isso também incentivou o consumo local, cada um bebe a cerveja da sua cidade ou região. Muitas nem são engarrafadas ou tem uma validade curta”.



Fonte: Metro
http://www.metrojornal.com.br/nacional/plus/cervejas-artesanais-produzidas-no-brasil-se-popularizam-cada-vez-mais-85921

terça-feira, 10 de junho de 2014

Colorado Titãs - Degustação nº 001



Na última sexta-feira, em homenagem atrasada ao dia da cerveja brasileira, resolvi degustar a Cerveja Colorado Titãs.
Trata-se de uma cerveja lançada para comemorar os 30 anos da banda de rock.
É uma Brown com toque de laranja.
Gostei muito desta cerveja! Forte, encorpada, com espuma bege e de altura média e com um delicioso aroma e sabor cítrico. Leve amargor.
Recomendo!

Abs,
Araújo Junior

sexta-feira, 6 de junho de 2014

O FESTIVAL BRASILEIRO DA CERVEJA 2015




COMECEM A SE PROGRAMAR! JÁ TEM DATA DEFINIDA.

DE 11 A 14 DE MARÇO DE 2015

LOCAL: PARQUE VILA GERMÂNICA, BLUMENAU - SC


O Festival Brasileiro da Cerveja é o maior encontro cervejeiro do país. Realizado anualmente em Blumenau - SC, o evento reúne os melhores do ramo em um só lugar e com apenas um propósito: levar ao público amante das boas cervejas uma diversidade de tipos, aromas, sabores e texturas nunca vista antes na região.

A cada ano, o Festival conta com a presença de cervejarias, cervejeiros e consumidores vindos de diferentes partes do país. Todos se encontram em espaço amplo, organizado, agradável e destinado
à exposição e comercialização das cervejas presentes no encontro. Tudo isso, junto a uma rica programação de shows musicais, palestras, workshops, atrações artísticas e ótimas opções de gastronomia.

Cada nova edição do Festival é um verdadeiro mergulho no universo cervejeiro: com mais de 500 rótulos de cervejas para inaugurar em grande estilo o calendário anual de eventos cervejeiros nacionais.


ACESSE O SITE DO FESTIVAL SAIBA MAIS.

http://www.festivaldacerveja.com/2014/

MAPA DA CERVEJA - RJ - PARTE II

Botequim do Príncipe
Localizado no Centro do Rio. Possui uma carta crescente de cervejas. Vale a pena experimentar.
Horário de funcionamento:
Seg à Qui: 11h/0h
Sex: 11h/2h 

Al Farabi
Localizado no Centro. Se trata de uma Livraria, Café e Restaurante. Possui uma carta de cervejas com muitas opções.
Horário de Funcionamento:
Seg: 10 às 20 hrs;
Ter a Sex: 10 às 22 hrs;
Sáb: 10 às 17 hrs.

Restaurante 1881
Para quem trabalha pelo Centro e gosta de fugir na hora do almoço. Podemos encontrar uma carta com pouco menos de 30 cervejas, entre elas Monasterium e Eisenbahns.
Endereço
R. do Mercado, 37 - Centro
Rio de Janeiro - RJ, 20010-120
(21) 2509-3970

II Picolo Café
Mais uma opção no Centro do RJ. Possui uma carta de cervejas interessante.
R. do Carmo, 50 - Centro
Rio de Janeiro - RJ, 20011-020

Boteco Salvação
Bar em Botafogo com uma boa variedade de cervejas. Ainda possui o chopp do Botto. Interessante para conhecer.
Rua Henrique de Novaes, 55 - Botafogo
CEP: 22281050
Telefones: (xx21) 2266-1014 / (xx21) 2539-0216
Horário: 17h/2h (sáb. 20h/3h; dom. 16h/0h; fecha terça)
http://beta.matrizonline.com.br/botecosalvacao/

Boteco Beiju
Localizado no Humaitá, oferece opções de cervejas artesanais. A casa é conhecida por seus pratos.
Ainda possui rodízio de choppe artesanal pilsen e trigo.
Horário de Funcionamento:
Seg a Qui: 19h/0h30
Sex e Sáb: 19h/2h30

Restaurante Vice-Rey
Restaurante, Piano-Bar, Sinuca e Micro-Cervejaria
Oferece chopp de fabricação artesanal no próprio restaurante, o AstraBier. Disponível nas variedades Pilsen e Amber Ale.
Horário de Funcionamento:
Diariamente: 12:00 às 02:00
www.vice-rey.com.br

Empório Icaraí Delicatessen
Loja com cervejas em Icaraí.
Endereço:
Rua Men de Sá, 111, loja 101
Icaraí - Niterói - RJ
Telefones:(xx21) 2610-7175 / (xx 21) 2705-5487


Botequim do Itahy
A maior rede de cervejas nacionais e importadas do Rio de Janeiro.O nome é Botequim do Itahy, mas de botequim não tem nada. É mais um pé-limpo que está fazendo cada vez mais sucesso. Depois de décadas em Ipanema e Leblon, o botequim chegou ao Centro em outubro de 2013. Com 300 rótulos de cerveja nas prateleiras, a casa conta ainda com 16 torneiras de chope.

Botequim Itahy Ipanema I
Endereço: Rua Barão da Torre, 334
Telefone: (21) 2522-2919 / 2287-7041.
Botequim Itahy Ipanema II
Endereço: Rua Maria Quitéria, 74-A
Telefone: (21) 2247-3356 / 3684-5093.
Botequim Itahy Leblon
Endereço: Av Ataulfo de Paiva, 1060
Telefone: (21) 2259-1999 / 2512-7446.

Botequim Itahy Castelo
Endereço: Rua Araújo Porto Alegre, 56
Telefone: (21) 2240-1017
Botequim Itahy Centro
Endereço: Av. Nilo Peçanha, 44
Botequim Itahy Freguesia
Endereço: Estrada de Jacarépaguá, 7544

Nygri DelicatessenDelicatessen na Tijuca. Sanduiches montados na hora fora de sério. Possui cerca de 100 cervejas.
Telefones: (0xx)21 2268-6896
Horário de Funcionamento: Abrem das 9h às 19h e entregam em casa (na Tijuca).

Gibeer
Rua Lopes Quintas, 158 - Jardim Botânico
Tel: 2279-4161
Horário: seg a sáb, das 17:30h à 1h

Vagão Beer & Food
Bar especilizado em cervejas com uma boa variedade, localizado na Região Serrana.
Endereço: Av. Lúcio Meira, 855 - Várzea, Centro
Teresópolis - RJ, 25953-006
Telefones: (0xx)21 2463-3034
Horário de Funcionamento:
Qua e Qui: à partir das 18:00 hrs
Sex, Sab e Dom: à partir das 12:00 hrs
http://www.vagaobeer.com/