Ninkasi, a Deusa da Cerveja

Ninkasi é a antiga deusa sumeriana da cerveja, que transformou uma mistura de água e cevada em um líquido dourado, conhecido hoje como cerveja.

Era uma deusa muito popular que fornecia cerveja aos deuses. Ela era considerada a própria personificação da cerveja.

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terça-feira, 31 de março de 2015

Cervejaria Urbana e Beato Restaurante lançam menu harmonizado


A partir de 20 de março, a Urbana, cervejaria artesanal paulistana, em parceria com o restaurante Beato, localizado no bairro Pinheiros, apresenta um menu harmonizado que mescla os pratos do cardápio desenvolvido pelo chef Alberto Landgraf, como o siri mole, com os rótulos da Urbana e opções de drinques com cerveja desenvolvidos pelo bartender da casa, Kennedy Nascimento. O menu custa R$ 75 e pode ser servido tanto no almoço quanto no jantar.

“Com essa harmonização exclusiva temos como objetivo proporcionar uma experiência completa e possibilitar a mistura e realce de sabores, tanto dos pratos quanto das cervejas”, comenta o sócio e cervejeiro da Urbana, André Cancegliero.

“Conhecemos a Urbana há muito tempo, uma cervejaria artesanal que desenvolve sabores interessantes, inovando não apenas nos nomes. Firmar essa parceria de harmonização trará uma proposta irreverente para o restaurante”, explica o chef e sócio do Beato, Alberto Landgraf.

Conheça a sequência do Menu Harmonizado Beato/Urbana:

Siri Mole & Boo!

O siri mole também é um prato delicado que, combinado com os toques cítricos da BoO, tem o sabor realçado.

Boo! - Cerveja de trigo aveludada, com aroma cítrico e refrescante. Possui 22 IBUs (unidade de amargor) e 4,5% de teor alcoólico.

Asinha de Frango & Refrescadô de Safadeza

O amargor da cerveja completa o sabor da asinha de frango desossada e frita e a boa carbonatação limpa o paladar, pedindo uma nova mordida.

Resfrecadô de Safadeza – Session IPA (India Pale Ale) em que o amargor é o destaque, masassociado a um baixo corpo deixa com ótimo ‘drinkability’. Possui 18 IBUs e 4,5% de teor alcoólico.

Sanduíche de Rosbife & Prima Pode

Com notas carameladas e amargor predominante, é perfeita para harmonizar com o sanduíche, pois traz o caramelado da carne e potencializa o sabor com o amargor.

Prima Pode – India Brown Ale com 60 IBUs e 6,5% de teor alcoólico.

Pudim & Gordelícia

Cerveja com notas de frutas amarelas (abacaxi, pera, laranja), além de banana e caramelo. A ideia é somar essas notas com o caramelado do pudim, trazendo novos sabores.

Gordelícia – Belgian Strong Golden Ale volumosa e macia. Possui 25 IBUs e 7,5% de teor alcoólico.

Serviço:

Menu Harmonizado Beato/Urbana
Data: a partir de 20/3
Local: Beato Restaurante (Rua dos Pinheiros, 174 - Pinheiros – São Paulo/SP)
Preço: R$ 75

Sobre a cervejaria Urbana

Fundada em 2010 em São Paulo, a cervejaria Urbana começou como hobby, e logo o objetivo de criar 12 cervejas com rótulos que acompanhavam as receitas no prazo de um mês foi alcançado. A brincadeira ganhou volume, e em apenas três anos a Urbana se profissionalizou, adquirindo um galpão para a instalação de um laboratório. Com mais de 200 cervejas em seu portfólio, apenas no ano de 2014 a Urbana lançou 10 rótulos. Tem como sócios o cervejeiro André Cancegliero, o publicitário Fernando Pieratti, que elabora os divertidos rótulos, e João Luiz Braga, que trouxe sua experiência em gestão financeira ao negócio.

Fonte: Assessoria (RS Press)

5 Crimes contra a cerveja, segundo Garret Oliver


Publicado por: Gisele Russano

Eu diria que, no meio cervejeiro, Garrett Oliver dispensa apresentações. Mas caso você ainda não o conheça, saiba que ele é uma das principais referências quando se fala em craft beer atualmente. Além de mestre-cervejeiro da respeitada cervejaria americana Brooklyn Brewery, ele é também autor do livro Brewmaster’s Table: Discovering the Pleasure of Real Beer with Real Food e do The Oxford Companion to Beer. Ou seja: o cara é f…antástico!

É de se esperar que qualquer amante da cerveja respeite qualquer opinião vinda dele. Por isso o artigo de hoje é para falar de serviço, sob o ponto de vista de Garrett, através conteúdo da revista Food & Wine. Nele, ele conta os 5 principais erros referentes à serviço, que acabam prejudicando a qualidade e a reputação da cerveja. O artigo está interpretado por mim, e não traduzido ao pé da letra.

5 CRIMES CONTRA A CERVEJA

FALTA DE CONHECIMENTO
Segundo Garrett, a cerveja é a única bebida em que, em um restaurante, geralmente o cliente sabe mais do que a brigada, mesmo quando a carta de cervejas é pequena. O exemplo é bem interessante: imagine ir a uma churrascaria onde a maioria dos clientes saibam mais sobre o corte da carne do que qualquer um que trabalhe lá? Um completo desastre! Infelizmente, grande parte dos empresários do ramo de restaurantes não está preparado para o cenário atual do consumidor de cervejas especiais. 

FALTA DE COPOS ADEQUADOS
Geralmente os restaurantes tem uma variedade de copos ideais para a degustação de vinhos. Para cervejas, normalmente um copo de pint ou um copo comum que pode ser o mesmo em que eles servem um suco de laranja.

COPOS SUJOS 
A maioria das lava-louças de restaurantes não é suficiente para deixar um copo adequadamente limpo para se degustar uma cerveja. É importante que os copos de cerveja estejam absolutamente limpos, porque qualquer resquício de detergente vai prejudicar a persistência da espuma – e espuma não é apenas importante para o visual da cerveja, mas também para seu corpo, aroma e sabor.

TEMPERATURAS MUITO BAIXAS
Já estamos cansados de saber que a cerveja nunca deve ser servida estupidamente gelada, e cada estilo de cerveja tem a sua temperatura ideal de serviço. Porém, a maioria dos bares e restaurantes tem uma única geladeira com temperatura fixa, fazendo com que o consumidor perca muito da análise sensorial tomando uma cerveja muito gelada.

FALTA DE DIVULGAÇÃO
Garrett diz que a imprensa escreve pouco sobre cerveja. O público está ansioso por informações e conhecimento cervejeiro. Os grandes jornais e revistas geralmente tem uma coluna sobre vinhos, mas não uma sobre cervejas.

O depoimento é de 2013, e felizmente o cenário de lá pra cá vem mudando, nos EUA e no Brasil. Principalmente no que se refere ao conhecimento de brigada – com bares e restaurantes especializados em cervejas começando a investir em treinamento, e divulgação da imprensa - que está entendendo que as cervejas especiais são a bola da vez e publicando cada vez mais sobre o assunto. Mas é importante que os empresários deste ramo estejam sempre atentos a estes tais crimes, para que entendam como possam melhorar em serviço. Nós, consumidores, agradeceremos. 


Você pode conferir o artigo na íntegra aqui: http://www.foodandwine.com/articles/garrett-oliver-crimes-against-beer

E, caso você ainda tenha alguma dúvida do conhecimento e importância de Garrett Oliver no universo das cervejas especiais, dá uma olhadinha neste vídeo dele, gravado recentemente para a revista Edible Brooklyn: https://www.youtube.com/watch?v=IqEXEoa0rkQ

Fonte: CluBeer

Serra gaúcha ganha mais uma cervejaria

Grafitagem e festa celebram o nascimento da Solerun, em Nova Prata

Com grafitagem, show de rock e um "pub Kombi" estacionado, a Solerun celebrou a sua inauguração, no sábado, 28 de março. A cervejaria, em Nova Prata (RS), é mais uma a consolidar a serra gaúcha no roteiro das artesanais.

O artista plástico Amaro Abreu, que grafitou a fachada, fez mais um grafite durante a festa no interior da fábrica: um grande lúpulo estilizado. Também chamou a atenção a presença do Pub Itinerante "Salvador Brew Kombi", com suas quatro torneiras ocupadas com as quatro opções da Solerun: Helles, Weiss, IPA e Penélope (homenagem à contribuição feminina ao mundo cervejeiro).

Pub Kombi foi uma das atrações da festa (Foto: Divulgação)

A inauguração foi prestigiada pela presença do prefeito e do vice-prefeito e outras autoridades entre as centenas de convidados, que circularam pelas instalações da fábrica. Em uma estrutura com tendas e palco no pátio, uma banda local, a Frizon Brothers, animou a festa com muito rock'n roll. Bares parceiros da Solerun colocaram barracas para vender comidas. A Solerun é uma das cervejas que foram apresentadas pela Beer Art na seção de novas cervejarias. Para ler, clique aqui.

Fonte: Revista Beer Art

Cervejaria Nacional lança receita global de American Red Ale em homenagem às mulheres

A Unite Red Ale estará nas torneiras do brewpub a partir de 13 de abril


No dia 8 de março, Dia Internacional da Mulher, a Cervejaria Nacional se uniu ao Instituto da Cerveja e à Lamas Brewshop para participar de uma ação global criada pela Muntons em incentivo à entidade Pink Boots Society, ONG que busca inspirar, estimular e capacitar as mulheres do segmento cervejeiro. Na ocasião, a cervejeira Kathia Zanatta e o cervejeiro da casa, Guilherme Hoffmann, produziram a Unite Red Ale, uma American Red Ale criada pela cervejeira Sophie de Ronde, do Centro de Excelência da Muntons na Inglaterra, e executada em diversos países que apoiam a iniciativa pelo mundo.

No próximo dia 13 de abril, todos que forem à Cervejaria Nacional poderão provar quantos pints quiserem dessa receita mundial com exclusividade. A Unite Red Ale tem um vermelho intenso e aromas potentes dos lúpulos cítrico americano, willamette e equinox – este último, uma nova variedade, que já foi apresentada em primeira mão pela Nacional em 2014. No aroma, uma mistura de tangerina fresca e folhas de limoeiro se une a um punch de caramelo e, juntos, conferem ainda mais poder à cerveja. Com corpo leve, 50 IBU e 5% de teor alcoólico, ela apresenta um equilíbrio perfeito com o caramelo dos maltes.

Enquanto durar, a Unite Red Ale, poderá ser degustada em copos de 320 ml (R$ 18) e 550 ml (R$ 26). Apenas na noite do lançamento, a sazonal será servida em sistema de Double , com horário estendido, das 17h às 0h. Quem pedir um pint de Unite Red Ale ganha o segundo! Parte da renda alcançada com a venda da cerveja será revertida à ONG Essas Mulheres.

Sobre a Cervejaria Nacional

O projeto nasceu em 2006 da sociedade entre Fabiani, economista que se apaixonou pelo universo cervejeiro na década de 90 em Nova York, e do produtor gráfico Dudu Toledo, amigo entusiasta de suas experimentações. Dedicado e curioso, ao voltar para o Brasil, o autodidata trouxe um equipamento e começou a fazer em casa sua própria cerveja. A cada cozimento, a paixão de criar novas receitas crescia, assim como o prazer em dividir a experiência aos amigos e familiares, como Peter Jancso, cunhado de Fabiani que acompanhou desde o começo os primeiros cozimentos caseiros e mais tarde tornou-se sócio-investidor do projeto. De lá para cá, o trio entrou em uma confraria e mergulhou no universo cervejeiro. Assim nasceu a microcervejaria Nacional, que atuava inicialmente apenas como fornecedora de bares, como o extinto Drake’s. O projeto cresceu com a entrada de Alexandre e de Marcus Ribas, da consultoria AyB, e em 2011, os sócios transformaram a Cervejaria Nacional em fábrica bar.

Sobre ONG Essas Mulheres

Fundada em 13 de julho de 2013 por Márcia Gori, a partir de pesquisas, denúncias sobre violência doméstica, psicológica e emocional, que nos trouxeram informações acerca do tráfico de mulheres para as mais diversas finalidades obscuras e hediondas. Em muitas dessas ocasiões, as vítimas sofrem todo tipo de sortilégio e não fazem a denúncia aos órgãos competentes por serem agredidas por seus parceiros, parentes e cuidadores. Efetivam, assim, a impunidade, devido ao silêncio e pelo medo de serem abandonadas. Nosso objetivo é efetivar o trabalho em uma rede de cooperação com organizações congêneres, parceiros e financiadores. O compromisso é o de trazer soluções para as necessidades das mulheres, o empoderamento e qualidade de vida, assim como para a autoestima e garantia de seus direitos. A organização desenvolve um trabalho de inclusão social e resgate da cidadania apoiado em uma linha de programas de desenvolvimento dos direitos sexuais e reprodutivos, da ética, dos Direitos Humanos e da democracia, ao implantar e promover assistentes eróticos e de outros valores universais com mulheres, meninas e jovens com deficiência, centrado no eixo família-comunidade.

Sobre a Lamas Brew Shop

Loucos por cerveja e dispostos a impulsionar o conceito de homebrewing no Brasil, os Lamas são pioneiros na comercialização de materiais específicos para a fabricação de cerveja caseira, bem como desenvolver métodos que facilitem a vida desses cervejeiros na hora da produção. 
Saiba mais em www.lamasbrewshop.com.br.

Sobre o Instituto da Cerveja

Fundado por Alfredo Ferreira, Estácio Rodrigues e Kathia Zanatta, o Instituto da Cerveja Brasil é a primeira instituição do Brasil com foco pioneiro na capacitação e especialização de sommeliers de cerveja. Para isso, além dos cursos profissionalizantes e de especialização, disponibilizam também cursos e palestras voltados aos entusiastas do mercado cervejeiro. O Instituto da Cerveja Brasil tem como missão disseminar cada vez mais a cultura cervejeira, sempre com excelência e seriedade.


Sobre o Pink Boots Society

Associação formada por mulheres, para incentivar o sexo feminino a se capacitarem como profissionais cervejeiras através da educação.


Serviço:

Cervejaria Nacional
Endereço: Av. Pedroso de Morais, 604, Pinheiros
Telefone: 11 4305-9368
Telefone para reservas: 11 3034-4318
Horário de funcionamento: segunda a quarta-feira, das 17h às 0h, quinta–feira, das 12h às 0h, sextas e sábados, das 12h às 1h30

Fonte:
ANEXO COMUNICAÇÃO

Cerveja e história: conheça o Beer Road na Lituânia

Do alto do Castelo Gediminas é possível ter uma bela vista da cidade de Vilnius (Divulgação: Facebook)

O Beer Road levará o público a conhecer as melhores cervejas locais e destinos históricos da Lituânia, em uma visita à tradicionais cidades de Birzai e Vilnius. Além dos passeios pelas três cervejarias mais famosas do país, com direito a um curso específico de cerveja, o roteiro ainda garante belas paisagens e muita história.

Uma breve estadia em Vilnius dá um ar histórico ao passeio, em uma cidade que ainda mantém grande parte de sua arquitetura do estilo gótica impecável. Monumentos como o Castelo Gediminas e a famosa rua Pilies envolvem e criam um ambiente que levam o visitante de volta à antiguidade. 

Já em Birzai, a primeira parada é na cervejaria Butautai Manor Brewery, mantida por familiares desde sua criação, e que ganhou com sua cerveja o prêmio de Produto Lituano do Ano, em 2010. Referência no meio, a Butautai criou um curso para ensinar as maneiras de se produzir uma boa cerveja, que se tornou um dos atrativos aos visitantes.

Uma das mais antigas cervejarias da Lituânia, a Birzai Beer, além de ter uma das mais bem conceituadas cervejas do país, mantém uma adega datada de 1882. Já na Runkuskiai Beer Manor, vinte anos de serviços garantem a cerveja artesanal chamada de “descoberta da nova geração” como uma das curiosidades aos amantes tradicionais da bebida.

Fonte: Panrotas

Coquetel de Framboesas e Cerveja.


Por Amanda Reitenbach

Ingredientes

3/4 xícara de framboesas frescas / 1 garrafa de cerveja de trigo ( 600 ml) / 300ml de suco de laranja / Framboesas e fatias de laranja para decorar.

Preparação

Usando as costas de uma colher, macere as framboesas em uma tigela, depois transfira para uma jarra e misture os ingredientes restantes. Sirva com cubos de gelo

Dica: A framboesa pode ser substituída por amora ou cereja.

Fonte: Hora do Rango

Saúde! Cientista e designer criam vestido feito de cerveja

Vestido de cerveja criado pelo cientista Gary Cass e pela designer Donna Franklin

Um vestido feito de nada além de cerveja fermentada e bactérias deve estrear na World Expo 2015, em Milão (Itália), no final deste ano.

O cientista australiano Gary Cass e a designer de moda Donna Franklin adicionaram uma bactéria chamada Acetobacter a cerveja fermentada, que criaram as fibras de algodão artificiais.

Cass disse ao canal de TV Science Network: "Você adiciona uma bactéria chamada Acetobacter, que é encontrada na natureza, é amigável, não infecciosa, na cerveja. As bactérias 'bebem' o líquido e, em seguida, o convertem em uma fibra sólida".

Cass apelidou a nova fibra sólida de 'Nanollose celulose microbiana' e afirma que é quimicamente similar ao algodão.

O vestido de cerveja não é a primeira experiência do cientista com o uso de líquidos na moda. Em 2012, a equipe criou um vestido feito de vinho fermentado.

A criação da peça aconteceu por acidente, quando Cass erroneamente deixou um tonel de vinho aberto por uma semana. Quando viu, 10 mil litros de vinho haviam se solidificado e foram usados para fazer vestidos, ele disse na época

Diferentemente do vestido de cerveja, o de vinho tinha uma textura estranha que se agarrou à pele, tinha de ser mantido úmido em todos os momentos e também mantinha cheiro forte da bebida.

De acordo com ele, o novo vestido de cerveja não tem cheiro e pode ser usado com mais facilidade: "O que temos feito com a tecnologia avançada que fomos capazes de alcançar ao longo do último ano é tornar esse material flexível agora, enquanto ele está seco".

Ele espera que a produção de seus vestidos possa "potencialmente mudar a nossa forma de produzir e usar têxteis", uma vez que proporcionam uma alternativa ecológica para outros tecidos.

Fonte: UOL

Cervejaria de Goiás cria cerveja de pequi, fruto típico do Cerrado


Quem vai a Goiás costuma saborear uma das receitas famosas do Estado, o arroz com pequi. Pequi é uma fruta típica do Cerrado com gosto e cheiro fortes. Uma cervejaria goiana resolveu inovar e fazer uma cerveja de pequi. A fábrica já tem experiência em misturas inusitadas. Eles já colocaram rapadura, cacau e até pimenta na bebida.

Em outubro do ano passado, para celebrar os 81 anos de lançamento da pedra fundamental de Goiânia, a Cervejaria Goyaz elaborou um produto especial, que traz em sua composição um elemento que muito bem simboliza a riqueza do cerrado brasileiro. A versão especial batizada de Colombina Goyania incluiu entre seus nobres elementos uma iguaria goiana – o pequi, e promete agradar aos mais seletos paladares.

Conforme explica o sommelier cervejeiro responsável pela inusitada receita, Alberto Nascimento, a Colombina Goyania permitiu a incorporação do estilo Saison entre os já trabalhados pela cervejaria. “Esta será a primeira Colombina produzida neste estilo. Já contamos em nosso portfólio com a IPA, Lager e a Weiss”, explica.

E essa escolha não foi aleatória, reforça Alberto. O estilo Saison, original da região da Valônia, na Bélgica, é caracterizado por ter sua produção bastante ligada ao campo. Tanto que sua releitura nos Estado Unidos foi denominada de Farm House Ale, ou segundo a tradução espontânea, Cerveja de Celeiro. “Esse estilo combina muito bem com os traços culturais dos goianos, que apesar de serem altamente cosmopolitas, se orgulham de suas origens pautadas no campo e na simplicidade do homem ligado à terra. Para exaltar essa característica, resolvemos batizar o nosso estilo de “Saison do pé rachado”, esclarece.

A Colombina Goyania é resultado de uma combinação de seis tipos de malte, polpa de pequi e adição de lúpulo alemão Saphir pela técnica de Dry Hopping, feita após a sua fermentação. Como resultado, adianta o sommelier, obteve-se uma cerveja de cor dourada, leve, refrescante, de final seco e levemente ácido. 

Essa não é a primeira versão da Colombina a levar a adição de ingredientes regionais, esclarece a proprietária da cervejaria, Patrícia Mercês. Sua versão IPA leva na composição rapadura Moça Branca produzida por uma família de agricultores de Nerópolis. A criação foi reconhecida durante o último Concurso Brasileiro da Cerveja, onde conquistou o primeiro lugar em seu estilo. 

Recentemente, a Cervejaria criou uma versão batizada de Pepper Lager, que levou adição de pimenta bode, e conferiu uma agradável picância ao produto. Outra escolha regional foi pelo limão china e a tangerina fuxiqueira que juntos incorporaram sabor à Wit Bier elaborada especialmente para um festival gastronômico da capital. “Estamos preparando uma surpresa para ser lançada até o final do ano que levará adição de Baru”, adianta Patrícia.

Ao se deparar com a Colombina Goyania é possível notar que seu conceito foi todo idealizado como forma de homenagear a capital dos goianos. A forma como o nome foi grafado remete-se à escolha de Pedro Ludovico Teixeira para batizar a recém criada cidade, inicialmente com o Y ocupando o lugar do I. A fonte escolhida para o rótulo faz uma releitura do traçado Art Decò, do qual Goiânia é detentora de um dos mais ricos acervos no país. “Esse produto muito nos engrandece e é para nós uma oportunidade de homenagear a todos que, assim como nós, têm orgulho de ser goiano”, finaliza Patrícia. 

Sobre a Cervejaria Goyaz

Há 14 anos a Cervejaria Goyaz se dedica à produção cervejeira na capital goiana. Além do já tradicional chopp Mercês, em fevereiro de 2014 a empresa optou em dedicar-se à produção de uma linha artesanal, denominada de Colombina, feita em três estilos: IPA, Weiss e Lager. Em oito meses, a versão especial do produto já conquistou além de Goiânia, Brasília, Curitiba, Salvador, Florianópolis e Rio de Janeiro. Atualmente, a Cervejaria dedica-se à sua popularização no estado de Goiás e no Distrito Federal. Para conseguir dar vazão à produção da Colombina junto à do Chopp Mercês foram investidos mais de R$500 mil no último semestre, o que permitiram à fábrica assumir uma capacidade instalada de 60 mil litros/mês.

Fonte: R7 e O Hoje

Encontradas em Tel Aviv antiguidades egípcias utilizadas para produção de cerveja



Fragmentos de cerâmica de mais de 5.000 anos de idade utilizados para a produção de cerveja pelos egípcios foram descobertos em um canteiro de obras em Tel Aviv - informou neste domingo a Autoridade de Antiguidades de Israel.

"Nós encontramos 17 escavações em Tel Aviv utilizadas para armazenar produtos agrícolas na Idade do Bronze (3500-3000 anos antes de Cristo), e entre as centenas de cerâmica descobertas aparecem grandes tigelas de cerâmica que foram usadas para produzir cerveja", explicou Diego Barkan, diretor das escavações da Autoridade.

A descoberta prova "a ocupação egípcia" na região de Tel Aviv há mais de 5.000 anos, disse a Autoridade em comunicado. "Até agora, nós só sabíamos da presença egípcia no norte do Neguev (sul de Israel) e no em toda o litoral sul, com uma ocupação egípcia que ia até a atual cidade de Azor" no sudeste de Tel Aviv, acrescentou Barkan.

De acordo com a Autoridade de Antiguidades "a cerveja era a bebida nacional egípcia e foi um alimento de base, ao lado do pão".

"A cerveja era consumida por toda a população, sem diferença de idade, sexo ou status. Ela era produzida utilizando uma mistura de cevada e água parcialmente cozinhada e deixada em repouso no sol para a fermentação, antes de serem adicionadas diferentes frutas e concentrados para dar sabor à cerveja", explicou o comunicado.

As escavações na região do delta do Egito têm permitido tomar conhecimento da existência de fábricas de cerveja que comprovam que a cerveja já era produzido nesta região desde meados do quarto milênio a.C., de acordo com a Autoridade.

Fonte: Notícias Terra

Meat Balls (bolinhas de carne na cerveja)


Ingredientes

Bolinho
500 grama(s) de coxão mole moído
1 cebola média picada
2 dentes de alho picados
1 colher(es) de sopa rasa de sal
1 colher(es) de chá de pimenta-do-reino
1 colher(es) de chá de pimenta caiena
1/2 xícara(s) de chá de farinha de rosca
2 copo(s) de cerveja preta Guinness

Molho
4 copo(s) de água
1 quilo(s) de tomates maduros (tipo italiano)
1 fio de óleo
1 cebola média picada em cubos pequenos
2 dentes de alho picados
Sal a gosto
500 mililitro (ml) de polpa de tomate pronta
1 colher(es) de sopa rasa de açúcar
Folhas de manjericão a gosto
Modo de preparo

Bolinho

Separe a carne moída em uma vasilha e reserve. Refogue a cebola, o alho, as pimentas e o sal por 10 minutos. Junte os temperos à carne crua e misture. 

Acrescente a farinha de rosca à carne e misture bem. Faça os bolinhos redondos como almôndegas e coloque numa assadeira. 

Depois, leve ao forno médio (180ºC) por cinco minutos para assar. Retire do forno e coloque a cerveja sobre os bolinhos. Leve ao forno novamente por mais seis minutos, retire e reserve.
Molho

Coloque metade da água pra ferver. Acrescente os tomates inteiros na água e deixe ferver até soltar a pele. Esfrie os tomates em água corrente fria depois descasque e corte em cubos.

Refogue a cebola, alho e sal e acrescente os tomates picados em um fio de óleo. Adicione a polpa de tomate, misture com o restante da água. 

Coloque o açúcar e cozinhe por mais 20 minutos até engrossar. Cubra os bolinhos cozidos na cerveja com o molho de tomates. Salpique folhas frescas de manjericão por cima e sirva quente.

Fonte: UOL Comidas & Bebidas

Cacau Wee da Bodebrown chega às lojas

A cerveja ganha nova versão para a Páscoa unindo a receita escocesa com o cacau baiano (Foto: Divulgação)

A bebida une um tradicional rótulo da cervejaria curitibana com pedaços de cacau


A clássica Wee Heavy - primeira cerveja do portfólio da Bodebrown - ganha uma nova versão para a Páscoa. Trata-se da Cacau Wee, que une sete tipos de maltes, levedura escocesa e pedaços da semente do cacau com tosta controlada, proveniente de fazendas na cidade de Ilhéus (BA). A bebida chegou aos principais pontos de venda neste sábado (28/3).

“A Cacau Wee é a mistura da Escócia com a Bahia”, explica Samuel Cavalcanti, sócio da Bodebrown, “uma homenagem ao estado que é excelente produtor de cacau”. Com teor alcoólico de 8%, a cerveja foi medalha de ouro no Mondial de La Bière em 2014, em Montreal (Canadá).

|Fonte: Beer Art

segunda-feira, 30 de março de 2015

Lançamento do Chopp de Outono da Cervejaria Sankt Gallen

Chopp de outono Harlekin J. Brown leva cacau e canela

Por Luiz Araújo


O Ninkasi Beer Club foi gentilmente convidado a participar do lançamento da nova cerveja sazonal da cervejaria. Para cada estação do ano a St. Gallen elabora um chopp especial para sua inovadora linha de cervejas especiais, a Harlekin. 

Aqui é o "laboratório" onde o mestre cervejeiro e "alquimista" Gabriel Di Martino faz seus experimentos e produz as cervejas sazonais (Foto: Luiz Araújo)

Com a chegada do outono a boa pedida é o chopp Harlekin J. Brown, criação do muito jovem e igualmente talentoso mestre cervejeiro Gabriel Di Martino. De acordo com o ousado e inovador Di Martino, o novo chopp mistura canela na fervura e cacau na maturação e chega para carimbar o outono, com cor, aroma e sabor da nova estação. O Harlekin J. Brown tem 5,7% de teor alcoólico.

Para harmonizar, a cervejaria convidou o renomado chef francês Frédéric Monnier, proprietário e chef do restaurante Brasserie Rosário, que preparou um prato especial. 

O cheff Fréderic Monnier e Gabriel Di Martino na didática e divertida palestra sobre o chopp de outono e o prato a ser harmonizado (Foto: Luiz Araújo)

Lucas Mendes (cheff da St. Gallen), Gabriel e Frédéric (Foto: Luiz Araújo)

O Evento

Na chegada fomos recepcionados calorosamente pelo staff da cervejaria. Para "aquecer as turbinas" degustamos de início uma caneca de Therezópolis Gold e petiscos deliciosos. Para minha sorte e felicidade, visto que eu não tinha experimentado, havia ainda no barril uma leva do chopp Harlekin Ananás, produzido para o verão. Um chopp extremamente leve, saboroso e refrescante que tem como ingrediente abacaxi, malte de trigo e cevada. 

Chopp Harlekin Ananás (Foto: Luiz Araújo)

Harlekin J. Brown


De acordo com o cervejeiro foram utilizados quatro tipos de malte, sendo um deles torrado, além de um do tipo pilsen. O lúpulo escolhido foi o Columbus, com o intuito de deixar a cerveja mais seca. Perguntado se o nome era inspirado em James Brown, lendário cantor Norte Americano, Gabriel confirmou que sim. Disse inclusive que no dia da escolha do nome, a famosa música Sex Machine estava tocando.

J. Brown (Foto: Luiz Araújo)

A degustação e harmonização

É uma cerveja de coloração marrom. Sua espuma de cor bege apresentou boa formação e duração persistente, com uma boa transição de renda no copo. 

No aroma, o malte remete a tostado e leve presença de cacau e canela, muito bem harmonizados e equilibrados. Percebi pouca presença de lúpulo. O sabor acompanha o aroma. A cerveja apresenta um leve dulçor no início e amargo no fim, que entendo que deva ser proveniente da tosta do malte. Ao degustá-la junto com o prato harmonizado, o cacau se sobressai. O leve dulçor do prato devido a presença de açúcar, mascavo, melaço de romã e especiarias casou perfeitamente com a cerveja.

O retrogosto é amargo e seco. Apresentou corpo leve e carbonatação suave. Uma leve adstringência no fim. Cerveja com ótimo drinkability. Achei bastante refrescante apesar do estilo, com percepção alcoólica oportuna. Ótima pedida para o outono! Vale a pena conferir!

Chopp de Outono (Foto: Luiz Araújo)

O prato


O chef Frédéric preparou um carpaccio de filé mignon selado e marinado no curry, cominho, louro, tomilho e açúcar mascavo. Fatiado e servido com lascas de macadâmia, pinólis, melaço de romã e mix de brotos. 

O prato estava realmente incrível e harmonizou perfeitamente com a receita. Estou longe de ser especialista ou ter grandes conhecimentos em harmonização, mas posso dizer gostei muito do que vi e comi, naturalmente. 

Prato principal  (Foto: Luiz Araújo)

Foi servido ainda uma carne seca desfiada com molho, canela, queijo parmesão derretido e ervas. Uma boa pedida também para harmonizar com a J. Brown. Uma delícia!

 Foto: Luiz Araújo

Para fechar com chave de ouro foi servido uma torta alemã, finalizada com um toque da fruta fisális no topo.

Sobremesa (Foto: Luiz Araújo)

No fim a cervejaria St. Gallen através do seu cervejeiro Gabriel Di Martino confirmou a colaborativa que será feita entre a Therezópolis e a Bohemia. A idéia surgiu durante o lançamento da Saison D'Alliance na fábrica da Bohemia. Prevista para meados deste ano será uma Belgian Tripel. 

A cerveja terá como ingrediente a Ponkan, uma vez que a cidade de Teresópolis é a maior produtora do Estado. Além disso, a cidade conta com o famoso Festival da Tangerina Ponkan. A cerveja será produzida com trigo cru e aveia, sendo defumada na folha seca da Ponkan, que substituirá as especiarias como o coentro, por exemplo, geralmente utilizadas no estilo. 

De acordo com Gabriel, utilizar a folha da Ponkan conferirá amargor e picância desejadas para a cerveja. Gabriel aliás não está nem um pouco preocupado com as críticas que possam vir a surgir devido ao fato de fazer uma colaborativa com uma cervejaria pertencente a uma gigante do setor. Para ele o mais importante é fazer cerveja boa. 

Esta será a primeira de outras que estão por vir. Já existe um projeto de colaborativa com uma microcervejaria em andamento. Mas por enquanto ainda é segredo. Aguardem os próximos capítulos!

Enfim, a tarde foi extremamente agradável e o Ninkasi Beer Club agradece a todos da cervejaria St. Gallen e da RPM Comunicação pelo convite.

Chopp de Outono - Harlekin J. Brown
Estilo: Brow Ale
Álcool: 5,7%
Amargor: 28 IBU

Villa St. Gallen
Rua Augusto do Amaral Peixoto, 166 - Alto - Teresópolis
(21) 2462-1575
Quintas de 19h à meia-noite
Sexta de 12h à 00:30 h
Sábados e feriados de 12h à 00:30h
Domingos de 12h às 19h

Visite www.vilastgallen.com.br

Saúde!

Dado Bier Double Chocolate Stout


Dado Bier Double Chocolate Stout (10,5% de teor alcoólico). Preço sugerido na Região Sul: R$ 31,90. 

Golden Carolus Easter


Golden Carolus Easter (10% de teor alcoólico). Preço sugerido: R$ 69,90 na região Sul e R$ 79,90 em São Paulo.

Carolus Cuvee Van de Keiser Rood


Trufas - A sugestão é Belgian Dark Strong Ales e Doppelbocks, que se misturam e se confundem com o recheio na boca. Já as trufas mais cremosas, doces e suaves, combinam com cervejas mais adocicadas. Para as trufas recheadas com frutas secas, os estilos Scotch Ale e Old Ale são ótimas pedidas pelas notas de passas, nozes e amêndoas. A sugestão é a Cuvee Van de Keiser Rood (preço sugerido de R$ 89,90). 

Kriek Boon


Chocolate Branco - Nestes chocolates mais doces e pastosos, a harmonização se completa no paladar com as Fruit Lambics, que tem notas frutadas e mais ácidas. Também pode combinar com Brow Ales, que apresentam notas de caramelo, ou Strong Pale Ales, que trazem notas de toffee e acidez. A sugestão é a Kriek Boon (preço sugerido de R$ 49,90 na região Sul e R$ 36,90 em São Paulo).

Anderson Valley Oatmeal Stout


Chocolate meio amargo - Uma cerveja mais potente, como a Anderson Valley Oatmeal Stout, de coloração marrom escura, espessa, aveludada, com toques de café e lúpulo sutil. É uma das stouts mais encorpadas, ricas e complexas do mercado. Preço sugerido: R$ 17,90 na região Sul e R$ 22,90 em São Paulo.

Rasen Dunkel


Chocolate ao Leite - A doçura do chocolate ao leite combina com cervejas tipo Stout, que apresenta notas tostadas de café e chocolate ou com residual adocicado. Casa bem com cervejas do tipo Chocolate Stout, Dry Stout ou Robust Porter. Para quem preferir algo mais leve, a Dunkel pode ser uma boa pedida. O preço sugerido é R$ 15,00 na região Sul e R$ 16,90 em São Paulo. 

Dicas de cerveja para a Páscoa

Confira nos próximos posts seis sugestões preparadas pela sommelier Ketlyn Zim, diretora do BeerCode


Para quem quiser harmonizar cervejas especiais e chocolates de Páscoa, a sommelier de Cerveja Ketlyn Zim, diretora da rede de lojas BeerCode, preparou algumas sugestões. Confira as dicas, divididas por tipos de chocolate, e uma referência de preço.

Fonte: Beer Art

sábado, 28 de março de 2015

"Grávida pode tomar cerveja preta?"


Grávida não deve. Existe abundante evidência científica que documenta os malefícios do uso abusivo de álcool sobre o feto, com retardo de desenvolvimento e outras complicações. A cerveja, escura ou clara, tem concentração de álcool suficiente para prejudicar o bebê se tomada em excesso. Alguns médicos permitem o consumo ocasional deuma cerveja ou uma taça de vinho, já outros proíbem totalmente. Estudos sugerem que beber pouco e regularmente seria menos grave do que beber muito de uma só vez. Mas o fato é que não existe nenhum nível considerado seguro. Então, o melhor é deixar cerveja, vinho e companhia para depois do parto.

Por WLADIMIR TABORDA, ginecologista, obstetra (CRM 54456) e doutor em Medicina pela Universidade Federal de São Paulo. É autor de A Bíblia da Gravidez.

Lúpulo presente na cerveja traz benefícios para a saúde e o bem-estar

Ingrediente pode ajudar no combate a resfriados e no fortalecimento do sistema imunológico

Há evidências de que o consumo moderado de cerveja torna o organismo mais resistente contra algumas infecçõesFoto: Diego Vara / Agencia RBS

Com o inverno se aproximando, a temporada de clima seco demanda maior cuidado com a saúde. A associação entre baixas temperaturas, maior nível de poluição do ar e diminuição da ocorrência de chuvas, aumenta os casos de alergias e infecções respiratórias, principalmente gripes e resfriados. Estudos já demonstraram que a cerveja pode ser uma importante aliada para diminuir o risco de infecções respiratórias.

O lúpulo, presente na cerveja, é uma planta usada para estabilizar os sabores e aromas da bebida e possui substâncias com ações anti-inflamatórias e antioxidantes e outros efeitos bioativos. Uma latinha de 350 ml contém teor de polifenóis semelhante a um cálice de 120 ml de vinho tinto (112 mg vs. 124,9 mg, respectivamente). Quanto maior a quantidade dessa substância, maior as chances de prevenção de doenças.

Uma recente pesquisa japonesa publicada este ano demonstrou que compostos do lúpulo são capazes de inibir a multiplicação do vírus respiratório, contribuindo com a proteção contra a pneumonia, outra doença frequente nesta época. Além da atuação direta na inibição dos vírus causadores de infecções respiratórias, há evidências de que o consumo moderado de cerveja ainda traz benefícios para o sistema imunológico, tornando o organismo mais resistente contra algumas infecções.

Pesquisadores europeus do Centro de Información Cerveza y Salud, de Madri na Espanha, verificaram que o consumo diário de 330 ml de cerveja por mulheres e 660 ml por homens, no período total de um mês, aumentou a concentração de células de defesa do sistema imune nas mulheres, e a produção de anticorpos em ambos os sexos.

Estudos com o lúpulo também comprovam que este ingrediente ainda é capaz de aumentar a atividade do neurotransmissor GABA – uma substância liberada pelos neurônios que diminui a ação do sistema nervoso, promovendo um efeito sedativo. A planta é alternativa possível para tratamentos de insônia e outros distúrbios do sono, que são condições associadas ao estresse e ao prejuízo da função do sistema imune.

A paixão nacional dos brasileiros, segundo o que apontam as pesquisas do Ibope, além de ser uma bebida saborosa e agradável possui propriedades importantes, e quando aliada a uma rotina de hábitos saudáveis, alimentação balanceada e atividade física, pode trazer benefícios para a saúde. É possível aproveitar os benefícios da cerveja sem abrir mão de saúde e do bem-estar.

Fonte: Diário Catarinense

Veja quais foram as cervejas degustadas as cegas no 2º Campeonato Brasileiro de Sommelier de Cerveja


Lista das Cervejas degustadas na Semi-Final, e também a Cerveja da Final

Lista das 8 Cervejas da Semi-Final:

1. Fuller’s London Pride - Special Bitter
2. Weihenstephaner Vitus - German Weizenbock
3. Fantôme Hiver - French & Belgian Saison
4. Paulaner Salvator - Doppelbock
5. Chimay Rouge - Belgian Dubbel
6. Anchor Breckle’s Brown - American Brown Ale
7. BrewDog Libertine Black Ale - American Black Ale
8. Courage Imperial Stout - Russian Imperial Stout

A cerveja da final era Ola Dubh 18 !

Fonte: Instituto da Cerveja

Mulher usa mensagem em cerveja para contar a marido que ele será pai

Vídeo recebeu mais de 1,3 milhão de visualizações.
Ao abrir geladeira, homem se deparou com notícia inesperada.

Mulher usou forma criativa para contar para seu marido que ele seria pai (Foto: Reprodução/YouTube/Texasagg2010)

Uma mulher usou uma forma criativa para contar para seu marido que ele seria pai. A mulher colocou a mensagem em garrafas de cerveja guardadas na geladeira. Quando abriu o eletrodoméstico, o homem se deparou com a notícia inesperada. Publicado no dia 24 de março, o vídeo recebeu mais de 1,3 milhão de visualizações. Assista ao vídeo.

Ao abrir geladeira, homem se deparou com notícia inesperada (Foto: Reprodução/YouTube/Texasagg2010)

Fonte: G1

Na Indonésia em breve não será possível comprar cerveja na loja da esquina


(Bloomberg) - -E difícil vender álcool na Indonésia, país que tem mais muçulmanos do que qualquer outro. E está prestes a ficar muito mais difícil.

Uma lei, apoiada por grupos islâmicos e que está programada para entrar em vigor no mês que vem, proibirá a venda de cerveja em lojas de conveniência e em outros pequenos comércios no quarto país mais populoso do mundo.

A proibição se soma a uma lista crescente de medidas do governo do presidente Joko Widodo contrárias às mensagens pró-negócios que ele apresentou ao fazer campanha para o cargo, no ano passado. Está em jogo a venda de cerveja na maior economia do Sudeste Asiático, cujo consumo doméstico responde por mais da metade do produto interno bruto e onde o governo está tentando impulsionar o crescimento, o investimento estrangeiro e o turismo.

"Perder esse canal implicará um grande declínio nas vendas das principais fabricantes de cerveja", disse Yulia Fransisca, analista sênior da Euromonitor International. "O governo continuará sendo pressionado por grupos islâmicos do país para criar mais restrições às bebidas alcoólicas".

As vendas de cerveja subiram 11 por cento no ano passado, segundo uma pesquisa da Euromonitor. Entre os produtores de cerveja do país estão a PT Multi Bintang Indonesia e a Diageo Plc, que fabrica e distribui a Guinness por meio de um acordo de terceirização com a Multi Bintang.

"Nossa preocupação com as políticas anunciadas atualmente decorrem do fato de que elas impactarão alguns dos menores estabelecimentos de varejo e o turismo", disse o CEO da Diageo, Ivan Menezes, em entrevista em Cingapura na quinta-feira. "Existe também o risco de que o álcool ilícito cresça novamente e isso não interessa a ninguém".

Lojas de conveniência

A nova regra, uma revisão de uma lei anterior que tornou mais rígida a restrição à venda de álcool, estabelece que a cerveja pode ser vendida apenas em supermercados e hipermercados, onde vinhos e destilados atualmente também estão disponíveis. Quem violar a lei corre o risco de ter sua licença comercial revogada. As vendas de álcool em restaurantes e bares não serão afetadas.

Neneng Sri Mulyati, porta-voz das lojas de conveniência 7-Eleven, uma franquia administrada localmente pela PT Modern Internasional, disse que cumprirá a lei em suas 190 lojas na capital e nos arredores quando ela entrar em vigor, em meados de abril. A Multi Bintang preferiu não comentar.

A lei foi promulgada sem uma consulta aos produtores e ao comércio varejista, segundo Charles Poluan, diretor-executivo da associação de produtores de bebidas de malte da Indonésia.

'Muito assustador'

"As lojas tradicionais são a espinha dorsal dos canais de distribuição de cerveja em uma vasta área da Indonésia", disse Poluan, que diz que não conseguiu se reunir com o ministro do Comércio, Rachmat Gobel, para discutir a proibição. "Nós ainda não podemos determinar quanto isso nos afetará economicamente. O quadro é muito assustador".

"Não queremos investimentos que prejudiquem nossos jovens", disse Gobel a ativistas muçulmanos em seu escritório, alguns dias depois de assinar a lei, com alguns deles pedindo que ele proibisse a produção de cerveja no país. "Eu não me importo se os investidores me transformarão em inimigo. Eu apenas dou risada. O turismo não é um problema. Nós queremos proteger os cidadãos indonésios ou os turistas?".

A postura contrasta com os esforços do presidente, conhecido como Jokowi, para promover o turismo, que incluem planos para obter mais de US$ 1 bilhão em receita renunciando aos vistos de visitantes de 45 países, incluindo EUA, China e Japão. Bali, uma ilha de maioria hindu com uma cena próspera de praia e festas, é o principal destino turístico do país.

A ilha está protestando contra a proibição, segundo o chefe do escritório de turismo de Bali, A.A. Gede Yuniartha Putra.

"Os estrangeiros gostam de tomar um drinque quando estão aqui", disse ele. "Isso vai afetar o turismo seriamente. Nós queremos ser dispensados disso, do contrário não obedeceremos a essa regra".

Título em inglês: Beer Today, Gone Tomorrow: Muslim Indonesia Targets Sales of Ale

Para entrar em contato com o repórter: Chris Brummitt, em Cingapura, cbrummitt1@bloomberg.net.

Fonte: UOL

No país onde cerveja já foi moeda, uma nova crise está se desenrolando


Luísa João senta o dia inteiro na sombra escassa à beira da estrada nos subúrbios da capital de Angola, Luanda, comprando dólares com uma pilha de kwanzas, a moeda local que ela tira da sua bolsa.

Aos 47 anos, a mãe de três filhos está constantemente atenta às viaturas. Ela é comerciante do mercado paralelo. E as batidas policiais para dissolver o mercado se tornaram mais frequentes desde que a queda da moeda para um mínimo recorde se acelerou no fim do ano passado.

A corrida para venda - que em parte simplesmente reflete o rali mais amplo do dólar frente a moedas do mundo inteiro - também conta com suficientes elementos locais. A dependência do petróleo como fonte de mais de 90% de suas exportações tornou o país vulnerável ao desmoronamento dos preços da commodity, e uma lei de 2012 que exige que as petroleiras estrangeiras paguem a fornecedores e funcionários em kwanzas esgotou ainda mais a oferta de dólares em alguns setores da economia.

No subúrbio de Viana, ao leste de Luana, João observa em primeira mão a crescente escassez de dólares. Para adquirir verdinhas, ela disse que teve que oferecer um prêmio de até 70% frente à cotação do mercado oficial, onde o banco central controla a taxa de câmbio. A especulação de que os responsáveis pela política econômica reduzam a defesa, deixando efetivamente que a moeda despenque frente ao dólar em uma desvalorização, está crescendo.

"Muitas pessoas estão procurando dólares na rua", disse João, olhando de relance a loja de conveniência próxima onde ela esconde seu estoque. "Espero que os negócios voltem ao normal e a polícia nos deixe ganhar o nosso dinheiro".
Cerveja como moeda

Angola, a segunda maior produtora de petróleo da África e a terceira maior economia do continente, está se reconstruindo depois de uma guerra civil de 27 anos que terminou em 2002. No final da década de 1980, quando a inflação disparou e um dólar valia 2.000 kwanzas, os moradores utilizavam cerveja como moeda. Funcionários do governo usavam cupons para comprar cerveja estrangeira, que eles vendiam no mercado negro, e umas poucas caixas bastavam para comprar até uma passagem de avião para Lisboa na empresa aérea estatal subsidiada. A moeda foi revalorizada no fim de 1999, quando seis zeros foram eliminados.

A kwanza se desvalorizou 9,6% nos últimos 12 meses e caiu para o recorde de 108,15 por dólar nesta sexta-feira. No mercado paralelo, a kwanza se depreciou para até 180 por dólar em fevereiro, quando era difícil achar verdinhas, segundo João. Um ano atrás, ela pagava 100 kwanzas por dólar.

A desvalorização da moeda no mercado paralelo sugere que os responsáveis pela política econômica angolana terão que imitar a Nigéria, a maior produtora de petróleo do continente, e desvalorizar sua moeda pelo menos 20%, disse Gareth Brickman, analista de mercado da ETM, em resposta por e-mail a perguntas enviadas neste mês. "Os responsáveis pela política econômica de ambos os países estiveram e estão muito relutantes em se ajustar ao novo statu quo".
Problemas

Uma redução de 25% no gasto do governo está sendo acompanhada por adiamentos em projetos de infraestrutura, e o presidente José Eduardo dos Santos diminuiu as previsões de crescimento do PIB em 2015 de 9,7% para 6,6%. Tiago Dionísio, analista da Eaglestone Advisory SA em Lisboa, é mais pessimista e projeta um crescimento de menos de 4% para este ano. A média de crescimento foi de 10,7% entre 2000 e 2013, segundo a Trading Economics, que compila dados de estatísticas oficias e tem escritórios em Nova York e Lisboa.

Nada disso é um bom presságio para João, a vendedora ilegal de moeda em Viana. Como ela tem problemas para lucrar, ela enfrenta o dilema de ter que escolher entre comprar roupas para seus filhos ou poupar para comprar um gerador que possa manter as luzes acessas durante os blecautes na cidade.

Ter que ler à luz de velas está prejudicando a visão de seus filhos, disse ela.

"Um gerador ajudaria muito."

Fonte: UOL

Cervejas escuras "de verdade" utilizam cevada ou malte torrados e não corante caramelo

Bebida não é tão apreciada no Brasil principalmente pela histórica falta de boas opções

Cerveja preta não deve significar bebida doce e enjoativa

As cervejas escuras não são muito apreciadas no Brasil, principalmente pela histórica falta de boas opções no país. Mas ao contrário do que muitos pensam, cerveja preta não significa cerveja doce e enjoativa, muito pelo contrário.

Enquanto as cervejas escuras comerciais brasileiras utilizam corante caramelo para adquirirem esta coloração e são geralmente mais doces, as cervejas "de verdade" utilizam cevada ou malte torrados, que além da coloração característica fornecem também sabores e aromas que lembram café e chocolate.

A cerveja escura mais famosa do mundo com certeza é a Guinness. Representante do estilo dry stout, a cerveja irlandesa é bastante leve, com apenas 4,1% de álcool. Além disso, ela utiliza nitrogênio no lugar do gás carbônico, o que confere uma sensação de pouco gás, ou aguada, na boca. O aroma e o sabor apresentam notas torradas de café e amargor acentuado.

As Russian Imperial Stouts são cervejas bastante potentes tanto em álcool quanto em sabores. Sua origem remete à exportação de cervejas da Inglaterra para o Império Russo no século 18. Além do alto teor alcoólico, tem como característica o alto amargor e intensas notas torradas. Este é o estilo que possui mais cervejas entre as melhores do mundo. O Brasil têm ótimas representantes, como a Dum Petroleum (12%), de Curitiba, e a Colorado Ithaca (10,5%).

Outro estilo popular de cerveja escura é o porter. Surgido na Inglaterra no século 18, recebeu esse nome por ser popular entre os carregadores (porters) de Londres. E a mais famosa recebe inclusive o nome da cidade no rótulo, a London Porter (5,4%), fabricada pela Fuller's nas margens do Rio Tâmisa. É uma cerveja bastante encorpada, com notas torradas que lembram café e chocolate e amargor equilibrado com notas carameladas do malte.

As lagers (cervejas de baixa fermentação) escuras mais conhecidas são as schwarzbiers alemãs. Com teor alcoólico médio (em torno de 5%), são cervejas que combinam muito bem as notas torradas com a doçura do malte e o amargor do lúpulo. Uma representante clássica alemã é a Köstritzer, enquanto um ótimo exemplar nacional é a Eisenbahn Dunkel.

Fonte: Diário Catarinense

Pesquisa mostra crescimento de turistas no Festival da Cerveja

O questionário foi feito durante os quatro dias de evento. Além do aumento de turistas, outros aspectos foram avaliados por visitantes.


O Festival Brasileiro da Cerveja terminou há quase dez dias, mas a organização ainda comemora o sucesso da edição deste ano. De acordo com uma pesquisa de satisfação realizada durante os quatro dias de evento, constatou-se que os visitantes aprovaram a grande variedade e a qualidade das cervejas. Além disso, o relatório confirmou o aumento no número de turistas em relação ao ano passado. 

O resultado do questionário comprovou que cresceu o número de turistas no festival se compararmos aos anos anteriores. Em 2014 eram 57% dos participantes sendo que em 2015 esse número aumentou para 62%, com destaque para o último dia do evento, quando o público chegou a ser 73% de turistas. Dos visitantes, 37% são de outras cidades catarinenses e 24% de outros estados. 

No ano passado, o público de fora de Santa Catarina representou 16,5%, enquanto que no ano anterior foi de 16%. De acordo com pesquisa, os paulistas foram os que mais prestigiaram o evento. 9,91% dos turistas entrevistados vieram de São Paulo. Em seguida aparece o Paraná (7,76%), Rio Grande do Sul (6,03%), Rio de Janeiro (4,74%) e Minas Gerais (3,88%).

O relatório final ainda constatou que o evento é uma boa oportunidade para a concretização de negócios. Ficou comprovado que 75% dos visitantes são apreciadores de cerveja formando um ótimo público para as cervejarias divulgarem suas marcas. 13% dos visitantes são produtores caseiros por hobby e vêem no festival uma fonte de informação e ótima rede de contatos. Além disso, 6,5% trabalham no ramo ou são proprietários de cervejarias, apesar de não estarem expondo.

Satisfação

A equipe também indagou os visitantes quanto à experiência, atrações, expositores e estrutura. Os entrevistados tinham que dar uma nota de 1 a 7 para cada quesito. Os itens melhores avaliados foram a Qualidade da Cerveja, com nota 6,56, e a Variedade de Cervejas, com 6,6. Depois, na parte estrutural, o público respondeu que o Parque Vila Germânica tem estrutura para receber o festival. A nota foi 6,52. O espaço foi considerado confortável para a grande maioria (6,06) e a moeda oficial do evento, o Ninkase, é de fácil manuseio (6,02). Além disso, confirmaram que se divertiram com amigos e parentes (6,33) e o festival satisfez a curiosidade (6,26). 

A pesquisa ainda contemplou espaço para sugestões e críticas em geral, no qual as pessoas puderam avaliar questões pontuais vivenciadas no festival. “Com isto, a gestão do evento consegue entender ainda melhor as notas de satisfação e atender a expectativa do público nas próximas edições”, comenta Janine Kuroski, diretora da AskNew, empresa que promoveu a pesquisa.

Assessor de Comunicação: Felipe Rodrigues

Fonte: #Notícias

Saiba tudo sobre as cervejas puro malte

Grande parte das cervejas produzidas no Brasil contém cereais não maltados


O malte de cevada é o ingrediente mais importante na produção de cerveja, porém nem toda cerveja é puro malte. Os adjuntos, ingredientes alternativos ao malte, são utilizados com diversos objetivos, de acordo com o estilo da cerveja. 

A maioria das produzidas pelas grandes cervejarias no Brasil contém cereais não maltados, como o milho e o arroz, em até 45% do total dos seus ingredientes. O objetivo é produzir cervejas extremamente leves, claras, com mínimo sabor de malte e amargor, conforme padrão do estilo, que tecnicamente é chamado de standard lager. Além dessas características, o uso dos adjuntos torna a cerveja mais barata, o que permite maior competitividade no mercado. 

Porém algumas cervejas produzidas no país, apesar de parecidas com as lagers, utilizam pouco ou nenhum adjunto. São as premium lagers, que possuem sabor de malte e amargor um pouco mais acentuados e, em alguns casos, com leves notas de lúpulo no sabor e aroma.

A Heineken e a Bavária Premium são exemplos de cervejas puro malte produzidas em larga escala no país, enquanto a Stella Artois inclui um percentual de milho entre seus ingredientes. A Kaiser Bock é exemplo de cerveja puro malte de outro estilo. Entre as artesanais brasileiras, a maioria produz cervejas de diversos estilos e com sabores de malte e lúpulo ainda mais destacados. 

Mas nem sempre utilizar ingredientes alternativos é só sinônimo de cerveja leve e barata, pois o adjunto pode ser utilizado para agregar sabor e um diferencial que o malte de cevada não pode oferecer, como a adição de trigo, aveia, centeio, mel, açúcar, frutas e até mandioca. O que fala mais alto é o estilo da cerveja e a criatividade no uso dos ingredientes. 

Portanto, sendo ou não puro malte o importante é que a cerveja ofereça o que o consumidor espera dela, seja uma cerveja leve e de pouca complexidade ou uma cerveja encorpada e de sabor mais acentuado. E que o mercado ofereça cada vez mais opções para todos os gostos. 

Fonte: Diário Catarinense

Exportações de Cerveja Artesanal continuam a crescer


O interesse internacional em cerveja artesanal americana está em alta, de acordo com novos dados da Associação Brewers (BA).

Em comunicado de imprensa, a BA - que representa os interesses dos pequenos e independentes cervejeiros artesanais dos EUA - disse que as exportações de cerveja artesanais americanas cresceram 35,7 por cento em 2014, para mais de 383 mil barris e um valor de varejo de cerca de US $ 100 milhões.

"Os bebedores de cerveja internacionalmente estão abraçando a inovação e sabores oferecidos pelos cervejeiros artesanais americanas", Bob Pease, Brewers Association CEO disse em um comunicado de imprensa. "A Brewers Association tem o prazer de ajudar os nossos membros com o aumento do seu acesso aos mercados no exterior."

Em seu relatório, a BA mostra o destaque de mercados como Canadá, Japão e Brasil, que cresceram 32,3 por cento, 31,7 por cento e 63,9 por cento, respectivamente, em 2014. Canadá, o maior mercado de exportação de cerveja artesanal para os EUA, foi responsável por 53 por cento de todos os embarques em 2014. Outros 12 por cento de toda a cerveja artesanal exportada foram enviados para a Suécia, disse que a BA.

"A BA tem mais de 2.500 membros no momento e, além de todos estes eventos e programas de conscientização e condução em DC, a BA tem um grande foco no seu Programa de Desenvolvimento de Exportação (EDP) ", disse Rob Tod, o fundador da Allagash Brewing.

A EDP assiste cerca de 100 Estados-participantes com acesso aos mercados globais e gera exposição para cerveja artesanal americana em feiras, festivais, competições e seminários internacionais, disse Mark Snyder, o gestor do programa.

O programa, que foi lançado em 2004, é financiado através de uma combinação de fundos da organização, taxas de participantes - que varia entre $ 500 e $ 1195 por ano, dependendo de barris - ". Programa de Acesso ao Mercado" e US $ 600.000 em doações do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos.


Enquanto esse tipo de apoio sem dúvida ajudou a estimular o crescimento do artesanato a nível mundial, John Bryant, o co-proprietário de Spokane, de Washington No-Li Brewhouse, acredita que uma maior concorrência no mercado interno e aumento da demanda por parte dos importadores tem contribuído para o desenvolvimento global.

"Eu acho que os importadores internacionais realmente querem se conectar com marcas de sucesso norte-americanas", disse Bryant. "Eles prestam a atenção nas tendências dos EUA e se você for bem sucedido em alguma área, eles estarão interessados."

No-Li vende sua cerveja em três países, incluindo o Canadá. O crescimento é decorrente da entrada de novos fabricantes de cerveja e o crescente foco em inovação, que tem ajudado muitas novas cervejarias ganhar reconhecimento em competições internacionais e até mesmo aumentou o apelo pela cerveja artesanal  produzida nos EUA, disse Bryant.

Ainda assim, enquanto o interesse dos distribuidores internacionais, varejistas e consumidores é o inchaço, apenas uma pequena porcentagem de todos os fabricantes de cerveja dos EUA realmente envia sua cerveja para outros países.

Uma empresa que não exporta é a cervejaria sediada no Maine Portland, a muito elogiada, Allagash. Fundador Rob Tod disse que, apesar das oportunidades de crescimento no exterior, sua empresa atualmente não envia o produto para o mercado externor. Em vez disso, Tod optou por se concentrar em crescimento contínuo de sua companhia em casa.

"A cerveja artesanal dos EUA está no mapa do mundo cerveja e bebedores de todo o mundo estão ansiosos para colocar as mãos sobre a cerveja que está sendo feito agora por mais de 3.000 grandes cervejarias artesanais dos EUA", disse ele. "Mas estamos crescendo tão rápido quanto estamos confortáveis ​​crescendo dentro da nossa pegada atual e isso nos faz incapazes de abrir novos mercados - e isso inclui mercados doméstico e internacional. Se nós expandimos internacionalmente, o ritmo teria que acelerar demais e isso não é algo que queremos fazer neste momento. "

E enquanto Tod não apontou quaisquer razões específicas para a decisão de manter toda a sua cerveja em solo norte-americano, uma consideração importante foi dita tanto por ele como por Snyder .

"Cadeia de frio (distribuição) é fundamental", disse Snyder. 

Snyder disse que poderia levar até seis semanas antes de uma cerveja pronta ser colocada à venda em um mercado internacional, fazendo com que a qualidade e seu frecor sejam prejudicados.

"Você tem que manter a cerveja fresca, não importa onde você está e é preciso trabalho e recursos para fazê-lo", disse Tod. "Você tem que ter certeza de que sua cerveja está sendo enviado em recipientes adequados de temperatura controlada e que os importadores e os distribuidores são rotativos e observando os níveis de estoque. Você tem que planejar, com os seus importadores ou distribuidores parceiros, para se certificar de que você está executando nas frentes de qualidade. Mas não importa a sua cerveja é a estrada, 5 ou 10 estados de distância (ou internacional) - você tem que trabalhar para garantir a qualidade e o frescor ".

Fonte: Brewbound

http://www.brewbound.com/news/craft-beer-exports-continue-to-grow