Ninkasi, a Deusa da Cerveja

Ninkasi é a antiga deusa sumeriana da cerveja, que transformou uma mistura de água e cevada em um líquido dourado, conhecido hoje como cerveja.

Era uma deusa muito popular que fornecia cerveja aos deuses. Ela era considerada a própria personificação da cerveja.

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segunda-feira, 30 de novembro de 2015

Canadense acha cerveja que estava há mais de 1 século no fundo do mar

Cerveja estava no porto de Halifax, na província da Nova Escócia.
Ela tinha sido produzida por uma cervejaria fundada na década de 1820.

Jon Krause encontrou cerveja que estava há mais de um século no fundo do mar (Foto: Andrew Vaughan/The Canadian Press/AP)


O canadense Jon Krause encontrou uma garrafa de cerveja que estava há mais de um século no fundo do mar, no porto de Halifax, na província da Nova Escócia, no Canadá.

O mergulhador amador achou a garrafa de cerveja a três metros de profundidade. A rolha ainda estava intacta.

A cerveja tinha sido produzida por uma cervejaria fundada na década de 1820.

As marcações no fundo da garrafa indicam que ela foi feita na Inglaterra no final dos anos 1800 pela empresa Nuttall & Co., que exportou frequentemente esse tipo de garrafa para o Canadá até 1890.

Fonte: G1

Chef Felipe Galastro chega à cozinha da Backer para levar a cerveja aos pratos

Felipe Galastro
Felipe Galastro foi sub-chef no Alma Chef, com Felipe Rameh

A cozinha do Templo Cervejeiro da Backer está passando por uma verdadeira revolução. O empolgado e entusiasmado chef Felipe Galastro assumiu o comando das panelas da casa com o desafio inicial de adaptar o antigo cardápio ao seu estilo e de introduzir novos pratos.

Com passagens pelo Denique Café Bistrô, e os badalados e queridinhos Dádiva e Alma Chef, onde trabalhou e aprendeu muito com os masterchefs Fred Trindade e Felipe Rameh, Galastro quer levar para a Backer a descontração de cozinhar utilizando cerveja como ingrediente.

“Não é em qualquer lugar que você cozinha e a trilha sonora é AC/DC e depois um Led Zeppelin na maior altura. Isso já demonstra um pouco da liberdade e do espírito revolucionário que a casa tem e que quero levar agora para a cozinha”, explica.

Algumas de suas criações e intenções já podem ser saboreadas no bar/restaurante da Backer.

O Toucinho Defumado na Umburana (ou Amburana , é uma receita em que o toucinho de barriga é defumado com a casca da madeira utilizada durante a fabricação da cerveja Bravo Três Lobos, cozido com o primeiro mosto da breja Medieval, e servido com maçã caramelizada e chucrute da casa.

Outro novo prato que promete cair no gosto do público e fazer sucesso no Instagram é a repaginação do clássico Joelho de Porco. Ele é colocado no forno, imerso em uma Brown Ale, liberado assim o colágeno do corte e deixando a carne extremamente macia.

Em um momento ‘Bela Gil’, Felipe criou um brownie feito com malte, cacau e castanha que se mostra uma sobremesa até fit e muito saborosa.

“Quero desconstruir a cerveja para poder cozinhar com ela com charme”, conta o jovem chef.

Fonte: Hoje em Dia

Receita do Dia: Brigadeiro de cerveja


Brigadeiro de cerveja

Ingredientes
1 lata de leite condensado;
1 colher (sopa) de margarina sem sal;
150ml de cerveja pilsen;
Pitadas de canela;

Modo de preparo
Ferva a cerveja em uma leiteira até que ela "suba", semelhante ao leite. Coloque em um recipiente para esfriar. Quando a cerveja fervida estiver em temperatura ambiente, coloque-a em uma panela juntamente com o leite condensado e a margarina, e misture no fogo baixo até que desgrude da panela, igual ao ponto do brigadeiro tradicional. Com o fogo desligado e o brigadeiro ainda quente, coloque as porções em copinhos e jogue pitadas de canela por cima.

Fonte: Catraca Livre (Receitas GNT)

Como as grandes empresas de cerveja enxergam a crise


A produção de cerveja no Brasil em 2015 deve cair cerca de 1,7% em relação ao ano passado. Não é um bom resultado, mas é uma queda menor do que a esperado para o PIB, de 3%. Os empresários do setor não se mostram exatamente felizes com a situação, mas nem por isso pessimistas. A maior parte das empresas continua fazendo investimentos mirando não o curto prazo, mas a próxima década.

“A empresa não pensa apenas no curto prazo, queremos estar aqui para os próximos 10, 20, 100 anos”, disse o presidente da Ambev, Bernardo Paiva, em um seminário da Associação Brasileira da Indústria da Cerveja, realizado nesta segunda-feira (23).

Didier Debrosse, presidente da Heineken no Brasil, afirmou que a companhia “está no Brasil para ficar”. “Decidimos investir porque estamos decidindo para 2025”, afirmou Debrosse. “Porque nós acreditamos que o mercado vai crescer. E o mercado premiumvai crescer mais”. A perspectiva de curto prazo é ruim mas, segundo ele, o Brasil sairá da crise mais rapidamente que a Europa após 2008.

Para Paiva, o ambiente ruim não pode ser motivo para deixar de entregar resultados. “A gente não usa a crise como desculpa para não ter performance”, disse. “Se o ambiente macroeconômico melhorar, melhor para todos nós, mas nunca vamos usar isso como desculpa”.

O presidente da Ambev diz que em momentos como esse é importante atrair e manter talentos e diminuir a barreira entre os funcionários. “Em um momento de crise, é muito importante que os líderes estejam próximos”, diz.

Walter Faria, do Grupo Petrópolis, concorda que a crise não deve ser "desculpa". “A crise é para quem não quer trabalhar. Existe uma crise política, mas nós não somos políticos, não é problema nosso, somos empresários”, afirmou.

Fonte: Época Negócios

Festival de música vai transformar urina em cerveja


Os número relacionados a festivais são sempre gigantescos. Investimentos milionários, públicos exorbitantes, faturamentos incríveis. Há números, no entanto, em que ninguém pensa muito. Já imaginou quanto um festival gera em resíduos? Copos, latas, garrafas, embalagens de comida e… urina. Isso mesmo, dá pra imaginar o quanto de xixi é feito em um festival? Se desfazer de todo esse xixi pode causar uma série de problema e foi pensando nisso que o festival Roskilde, na Dinamarca, elaborou uma solução no mínimo criativa.

Considerado o maior festival do norte da Europa, o Roskilde propôs o inusitado método de transformar toda a urina recolhida durante a festa em cerveja. Durante os oito dias do festival, a organização acumulou nada menos do que 25 mil litros de xixi nos banheiros químicos do evento. E o plano agora é transformar tudo isso em cerveja.

Mas fique tranquilo, a ideia não é tão nojento quanto parece. É claro que os dinamarqueses não inventaram nenhuma mágica para transformar xixi em cerveja e nem são loucos de criar uma cerveja que contenha xixi. Mas eles utilizarão tudo que foi acumulado durante o Roskilde para fertilizar plantações de cevada, que um dia serão transformadas em cerveja. A organização pretende que na edição de 2017 o público presente já consuma cerveja fertilizada pela urina de quem visitou o evento neste ano.

O plano é, no mínimo, inusitado, mas pelo menos é pensando no meio ambiente. Mas e aí: se a moda pega por aqui, você encara essa cerveja?

Fonte: PHOUSE

Quer ganhar R$ 26 mil para experimentar cerveja?

Carlsberg
Entre os requisitos, é necessário que a pessoa seja um apaixonado pela Carlsberg.

Para os apreciadores de cerveja, não deve ser má ideia ter um trabalho cuja função consiste basicamente em experimentar a bebida, correto? Melhor ainda, unir o útil ao agradável e ganhar dinheiro fazendo isso.

E se salário fosse algo em torno de R$ 26 mil? Parece pegadinha mas, ao que tudo indica, é real. A Carlsberg Singapura anunciou a vaga de emprego no mínimo tentadora de "testador de cerveja".

Na peça, o texto segue a linha divertida característica da marca: "Se a Carlsberg fizesse salas de reunião, provavelmente elas seriam as melhores do mundo. Carlsberg não faz salas de reunião, mas nós provavelmente podemos oferecer-lhe o melhor emprego no mundo".

A descrição da vaga inclui, entre as responsabilidades, beber cerveja gelada durante o trabalho. Entre os requisitos, é necessário que a pessoa seja um apaixonado pela marca.

Os interessados pelo "emprego dos sonhos" devem preencher um cadastro no site Probably the best.

Fonte: Revista Exame

Mercado cervejeiro cresce no campo artesanal no Amazonas

A cerveja artesanal cresce tanto em Manaus que em dois meses de funcionamento a Cent Beer tem dobrado seu faturamento a cada semana – foto: divulgação

Por Asafe Augusto

Quem sofre com a crise vai beber e quem vende bebida não tem crise. Mesmo irônica, a afirmação é uma das lógicas do mercado cervejeiro, que cresce em Manaus, tanto na indústria quanto no campo artesanal.

No Brasil, conforme dados do Sindicato Nacional da Indústria da Cerveja (Sindcerv), o brasileiro consome em média 70 litros de cerveja por ano. E apesar de mais cara, pela sofisticação, a cerveja artesanal no país é um mercado que cresce em média 10% ao ano, enquanto em Manaus a expectativa de crescimento é de 50%.

O setor cervejeiro tende a se expandir durante os próximos anos na capital e interior do Estado. De acordo com o proprietário da cervejaria Rio Negro, José Pereira Lima, o mercado da cerveja artesanal ainda “engatinha” em Manaus. Contudo, as possibilidades estão abertas para que haja um grande crescimento em produção e vendas da “boa cerveja”.

Segundo Lima, mesmo que a cerveja artesanal tenha um valor mais alto que atradicional, os amantes da bebida continuam comprando e aquecendo o mercado. “O consumidor de cerveja passou a não gostar mais daquela industrializada, pois ela mudou completamente. Por isso que surgiu a tal da ‘original’”, comenta. “O cervejeiro passou a produzir em panelas na própria residência, da mesma forma como começou na Europa, passou pelos Estados Unidos da América (EUA) e somente depois chegou ao Brasil”, conta.

O empresário explica que o grupo de pessoas que querem beber a boa cerveja foi crescendo, e a falta de tempo para produzir também. Segundo ele, foi nessa falta de tempo que surgiu uma forma melhor de se fazer a boa cerveja. “Os equipamentos são industriais, porém o processo é o mesmo de antigamente. Tempo de fermentação, de maturação – que é de 30 dias -, não misturando produtos químicos. Usamos apenas produto natural, por isso a cerveja artesanal tem um preço mais elevado, pois o tempo de preparo e a qualidade é maior”, observa.

Para atestar o crescimento da cerveja artesanal em Manaus, Lima afirma que vê o exemplo na própria empresa. Hoje a cervejaria Rio Negro já abastece 25 casas de bebidas em Manaus e uma em Manacapuru. A capacidade de produção é de 150 mil litros por mês, e o empresário pretende chegar aos 300 mil litros ao mês.

Segundo o empresário, a crise não existe no setor cervejeiro, e por essa segurança neste setor, Lima conta que pretende expandir ainda mais o negócio e projeta trabalhar também com engarrafados especiais, além de estar ampliando o espaço que começou pequeno. Segundo ele, além da cerveja artesanal o cliente poderá ouvir a boa música, comer uma boa comida e até levar a família para a cervejaria que, segundo ele, preza pelo fator amazônico, dando ênfase no que é da terra.

Beer

A cerveja artesanal não traz resultados apenas para quem há muito tempo já trabalha com bebidas. O médico Thiago Miranda Corrêa e o sócio, o farmacêutico David Noronha, fizeram um investimento de médio porte, abrindo a Cent Beer, e já conseguem ver bons resultados obtidos com a cerveja artesanal. Os sócios apenas comercializam, porém, a intenção é expandir e fabricar uma cerveja com a própria logomarca. Para o médico, o crescimento do mercado de cerveja artesanal em Manaus é de 50% em 2 anos.

A cerveja artesanal cresce tanto em Manaus que em dois meses de funcionamento a Cent Beer tem dobrado seu faturamento a cada semana. Além da renda extra aos sócios, o negócio gerou empregos para 14 funcionários.

Segundo Thiago Corrêa, independente do período de crise, o interesse pelo que é gourmet já alcançou a culinária, passou pelo vinho e começa a invadir o universo das cervejas. “Hoje, o cliente quer experimentar os sabores, as texturas, os aromas e começam a perceber que cerveja também pode ser harmonizada com bons pratos”, destaca.

Fonte: Em Tempo

Chocolateria Lugano quer ganhar público mineiro pela boca com chocolate e cerveja


Frio, aconchego, belas paisagens, hotéis estruturados e comida de qualidade. Todos esses fatores fazem da encantadora cidade de Gramado, no Estado do Rio Grande do Sul, o destino favoritos dos viajantes mineiros pelo Brasil, segundo um levantamento realizado pelo site de viagens TripAdvisor com base em milhões de avaliações de turistas pelo aplicativo de smartphone.

Quase todo mundo que viaja à cidade gaúcha traz uma lembrança de lá. E um dos principais presentes escolhidos pelos turistas são as guloseimas da chocolateria Lugano.

Fundada em 1976, a Lugano virou sinônimo desse ouro negro produzido na região por causa da excelência, criatividade e acabamentos.

De olho no potencial do mercado mineiro, a chocolateria inaugurou em 2014 uma aparente pequena loja na Savassi - aparente porque ela abriga mais de 300 tipos de chocolates, e mantêm mais dois quiosques no segundo piso do Shopping Boulevard, sendo um deles da cerveja artesanal Rasen Bier.

A diretora da empresa em Belo Horizonte, Fernanda Trevisan, gaúcha radicada na capital mineira há cinco anos, explica que a vinda do quiosque de breja especial ocorreu devido ao grande interesse e procura do público pela bebida na loja e no quiosque.

“Os mineiros são grandes apreciados de cervejas artesanais e essa preferência vem ao encontro do nosso negócio, que é trazer para o Estado o melhor de Gramado”, conta.

Bom para presentear

O brasileiro realmente gosta muito de chocolate. Pouca gente sabe, mas o Brasil é o terceiro maior mercado no mundo (atrás apenas de Estados Unidos e Alemanha).

Neste fim de ano, uma das dicas de presentes é a charmosíssima latinha com oito tipos de bombons. Já entre a variedade de barras, os fãs de chocolates contam com mais de dez tipos de sabores, que surpreendem na primeira mordida.

Entre as cervejas, a Rasen é comercializada nos estilos Pielsen, Dunkel, Ambar Ale, Weizen e Bagual.

Para poucos

BH é a terceira capital do Brasil a receber uma licenciada da Lugano. Somente as cidades de São Paulo e Brasília contam com uma loja da marca.

Gramado ganha o primeiro parque de chocolate das Américas

Um lugar onde o chocolate é protagonista e está presente por todos os lados nas mais diferentes formas e tamanhos.

Esse é o Mundo do Chocolate, primeiro parque temático de chocolate das Américas e considerado um dos principais lançamentos de entretenimento da Serra Gaúcha e do país.

Logo na entrada do parque, o visitante conhece a história do Sr. Suisse e da sua netinha Avelã, que moravam juntos em uma fábrica de chocolates, na cidade de Lugano, na Suíça. A menina tinha o sonho de conhecer diversos lugares do mundo e para isso, o avô recriava paisagens de chocolate para a jovem.

Durante a visita, é possível apreciar mais de 200 peças desenvolvidas em chocolate, distribuídas em três mil metros quadrados do empreendimento. Casa Branca, Monte Rushmore, Torre Eiffel, Cristo Redentor e Estátua da Liberdade são alguns dos cenários emblemáticos que integram o parque.

Entre os destaques do empreendimento está a dimensão das peças de chocolate e os cuidados na fabricação e conservação.
Algumas esculturas chegam a quatro metros de altura e outras pesam até duas toneladas. Produzidas com chocolate meio amargo, as peças são maciças e somadas totalizam 20 toneladas de chocolate no parque todo.

O Parque Mundo de Chocolate funciona todos os dias em Gramado, das 9h às 22h, e o valor da entrada é de R$ 28.

Fonte: Hoje em Dia

sábado, 28 de novembro de 2015

Rogue Farms Honey Kolsch - Degustação nº 387


A história da Rogue Ales começa em Ashland, no ano de 1988. As cervejas dessa linha são criadas de forma diferente e ousada, com um caráter único, inovador na composição e na fabricação, sem comprometer a qualidade. São 27 rótulos diferentes de cerveja, cada uma com um toque especial.

Cervejaria: Rogue Ales & Spirits
Origem: Oregon (EUA)
ABV(%): 5
Estilo: Kölsch
Embalagem: Garrafa de 750 ml

É uma cerveja de coloração dourada, levemente turva. Sua espuma de cor branca apresentou média formação,  bem como persistência, com uma excelente transição de renda no copo.

No aroma, notas de pão, cereais e mel. Lupulagem floral e leve toque cítrico. Presença de ésteres frutados, com notas de frutas brancas. Presença de álcool leve ao aproximar o copo do nariz.  No sabor o malte confere dulçor moderado e o amargor discreto, o amargor é levíssimo e há presença de ésteres frutados remetendo a frutas brancas. 

O retrogosto é levemente amargo e seco. Corpo leve, rescência média e textura sedosa. Cerveja com ótimo drinkability. Extremamente refrescante e saborosa! Boa cerva!

Saúde!
Luiz Araújo

Vejam o que vai rolar no pack de dezembro da Cervarock!!!


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Cerveja artesanal e sobremesa, a nova tendência em harmonização


Cada vez mais as cervejas artesanais têm ganhado espaço no paladar brasileiro e se tornado destaque nos restaurantes e bares de todo o País. Com um crescimento de 20% a 30% ao ano, segundo a Associação Brasileira de Microcervejarias (Abracerva), é comum encontrar locais com cartas especializadas e menus harmonizados, tanto que a nova tendência é unir duas preferências nacionais e aproveitar o máximo de sabor: a cerveja e os doces, principalmente chocolate.

O estilo Stout marcado pelas notas de caramelo e cacau combina perfeitamente com o chocolate por conta dos sabores tostados que lembram café. “Isso acontece porque os sabores se equivalem e proporcionam uma ótima sensação no paladar. A Nostradamus, por exemplo, que é uma Stout profundamente escura, com notas de café, toffee e chocolate harmoniza muito bem com um petit gateau ou uma torta de chocolate”, explica o cervejeiro da Dortmund Bier, Marcel Longo.



Outra combinação interessante são as cervejas de trigo que não passam pelo processo de filtração e pedem sobremesas de médio corpo como doces a base de banana. É o caso da Linderhof, uma cerveja de trigo clara, de alta fermentação do estilo German Weizenbierque combina com banana flambada ou torta de banana.

“Uma boa dica para harmonizar cerveja artesanal com sobremesa é prestar atenção na composição e na receita em si. Geralmente cervejas com café e chocolate combinam com chocolate, com canela vai muito bem com receitas que levam o ingrediente e assim por diante”, explica.

Sobre a cervejaria artesanal Dortmund Bier

Fundada em 2011 no circuito das Águas Paulistas, em Serra Negra, a cervejaria Dortmund Bier surgiu para satisfazer até os mais exigentes apreciadores de cervejas artesanais. Com equipamentos de última geração, utilizando as mais tradicionais técnicas cervejeiras e uma seleção rigorosa dos ingredientes possui oito rótulos fixos em seu portfólio. Além das cervejas em parceria com as bandas Matanza e Ratos de Porão, com o chef Henrique Fogaça e com músico e apresentador João Gordo.

Fonte: RS Press

Escola de Cerveja e Malte oferece 8 cursos em janeiro

Aulas na Escola Superior de Cerveja e Malte vão abarcar conhecimentos de gestão e produção (Foto: Divulgação)

Aulas em Blumenau/SC enfocam diferentes temas do segmento da bebida


Para atender à demanda de estudantes de todo o Brasil que não podem participar das aulas durante o período letivo regular, a Escola Superior de Cerveja e Malte, de Blumenau (SC), vai oferecer cursos durante o mês de janeiro de 2016. São oito cursos, entre gestão e produção no segmento de bebida.

Serão ofertadas aulas sobre cervejeiro artesanal, produção industrial de cerveja, harmonização, sommelier, e cursos de como montar a cervejaria, de produção de refrigerantes e refrescos e de equipamentos, automação e layout. As inscrições já estão abertas e podem ser feitas por meio do www.cervejaemalte.com.br. Confira abaixo os cursos, as datas e horários:

Os cursos em janeiro/2016:

Tecnologia de produção de refrigerantes e refrescos – Dias 18 a 30 – 2ª a sábado das 8h às 18h
Cervejeiro Artesanal (Home Brewer) – Concentrado – Dias 11 a 23 – 2ª a sábado das 8h às 17h
Como montar sua cervejaria – Dias 18 a 29 – 2ª a 6ª das 8h30min às 17h30min
Equipamentos, Automação e Layout – Dias 11 a 15 – 2ª a 6ª das 8h às 17h
Produção Industrial (Módulo I) – Dias 11 a 22 – 2ª a 6ª das 8h30min às 16h30min
Produção Industrial (Módulo II) – Dias 18 a 29 – 2ª a 6ª das 8h30min às 16h30min
Sommelier De Cerveja – Concentrado – Dias 18 a 30 – 2ª a sábado das 8h às 18h
Harmonização com cerveja – Dias 11 a 15 – 2ª a 6ª das 8h às 17h

Fonrte: Revista Beer Art

Mondial de La Bière confirma que público está cada vez mais aberto aos sabores inusitados de cerveja


Terceira edição carioca do salão cervejeiro reuniu 38 mil pessoas durante quatro dias no Píer Mauá. O grande destaque do ano foram os rótulos criativos


O Mondial de la Bière encerrou sua terceira edição no domingo, 22, com um exponencial crescimento de público, com 38 mil visitantes ao longo de quatro dias. Para os organizadores do salão, o crescimento de público e marcas em relação aos anos anteriores mostra que o Rio de Janeiro entrou definitivamente no cenário da cerveja artesanal e tem uma demanda pulsante. 

O último dia foi marcado pela revelação das três cervejas mais votadas pelo público presente. Com 1.200 votos computados, as grandes vencedoras foram a Petra Stark, do Grupo Petrópolis, com medalha de bronze; a Interstellar, da Hocus Pocus, que ficou com a prata; e a bicampeã Niña, da Jeffrey, grande vencedora do ouro pelo segundo ano consecutivo. 

Já o MBeer Contest elegeu os onze melhores rótulos, escolhidos por um júri de peso, com nomes brasileiros e internacionais, através de degustação às cegas. Foram dez medalhas de ouro e uma de platina.

A grande vencedora, com a medalha de platina, foi a Tupiniquim Monjolo BA Wiskey - Cervejaria Tupiniquim. As medalhas de ouro foram para as cervejas:

Smoked Porter - Stone Brewing Co.; 
Tupiniquim Lost in Translation - Cervejaria Tupiniquim em colaboração com a Evil Twin Brewing; 
Laguna Doro - Juan Coloto - Dry Hop Distribuidora;

Saint Bier Patada - Cervejaria Saint Bier;
Niobium - Wäls - Cerveja Arte;
Blend Tripel Montfort Chardonnay Barrel – Bodebrown;
Beatus - Cervejaria Mistura Clássica;
Dragon´s Milk - New Holland Brewing Company – USA;
Atomga Cherry – Bodebrown;
Penedon Suklaata - Penedon Brew Pub.

O júri foi composto pelos americanos Brian “Spike” Buckowski (mestre cervejeiro), Randy Mosh (consultor de criação cervejeira), os brasileiros André Soares (sommelier de cervejas), Gil Lebre (sommelier de cervejas), Gustavo Renha (sommelier de cervejas), Rodrigo Sawamura (sommelier de cervejas e chef), Ronaldo Rossi (sommelier de cervejas e chef), Luiz Caropreso (sommelier de cervejas) e a inglesa Melissa Cole (sommelier de cervejas e presidente do júri).

Palestras e bate-papos com especialistas do mercado fizeram parte da programação. Entre os que mais despertaram interesse estão a conversa com Raphael Taricano, da Nadir Figueiredo, que falou sobre “O ritual do copo e suas peculiaridades”; Daniel Lameirão, da Deli Delícia, apresentando seu sanduíche com cerveja; Melissa Cole, escritora e sommelière de cervejas, falando sobre sugestões de harmonização com rótulos participantes do Mondial; e a palestra de Leonardo Botto sobre o segredo das cervejas caseiras.

O grande destaque desta edição foram os sabores mais inusitados de cerveja. A maioria dos expositores apresentou rótulos criativos, entre eles cervejas com chocolate, carambola, maracujá, café e até mesmo ouro. Por outro lado, o público mostrou-se muito receptivo às novidades, sempre procurando as opções mais curiosas. Para os expositores, esse sucesso é prova de que os brasileiros estão cada vez mais interessados no universo da cerveja, indo muito além da tradicional “loura gelada”.

Luana Cloper, gerente de negócios da Fagga que acaba de tomar a frente do Mondial de la Bière, faz uma avaliação muito positiva do evento. “O mais importante é termos a certeza de que surpreendemos positivamente nossos visitantes e expositores. Um ponto crucial é aproximar o público de quem de fato produz, bota a mão na massa, cria receitas, experimenta, erra e acerta, pesquisa, se arrisca. Atrás de cada rótulo de cerveja existe uma pessoa. E proporcionar esse encontro gera uma relação intimista e de respeito com a bebida e seu processo de produção”.

O evento do próximo ano já está confirmado, com garantia de novidades na programação.

Fonte: Documennta Comunicação

Cervejaria Nacional lança nova edição da Ossanha

Wit bier leve e com perfume cítrico da fábrica-bar é boa opção para os dias quentes de verão


Cerveja Ossanha

A Cervejaria Nacional, brewpub queridinho dos cervejeiros de plantão, lança dia 30 de novembro a Ossanha. Depois de conquistar paladares nos anos anteriores, a quinta edição da sazonal brinda a chegada de dias ainda mais quentes. Foram produzidos 1000 litros da refrescante cerveja, uma Witbier com 15 IBU, aroma de coentro e cascas de frutas cítricas. A receita já virou tradição no calendário de lançamentos e para esse ano a Cervejaria Nacional oferece uma oportunidade única aos seus clientes: no dia que a Witbier chega às torneiras da casa será possível acompanhar a brasagem de mais 1000 litros da bebida, proporcionando assim uma experiência completa aos aficionados por cerveja.

Com coloração amarelo palha, leve e com teor alcoólico de 4,5%, cai muito bem durante a estação mais quente do ano. A Ossanha é uma excelente representante desse estilo típico belga batizado por WitBier, bem carbonatada e condimentada, leva em seu preparo - sob os comandos do mestre cervejeiro Guilherme Hoffman - semente de coentro, cascas de limão siciliano, camomila e pimenta Jamaica. Enquanto durar, a sazonal será vendida em pints de 320 ml (R$ 17) e 550ml (R$25). Apenas na noite de lançamento será vendida em sistema de double chope até a 0h.

Sobre a Cervejaria Nacional

O projeto nasceu em 2006 da sociedade entre Fabiani, economista que se apaixonou pelo universo cervejeiro na década de 90 em Nova York, e do produtor gráfico Dudu Toledo, amigo entusiasta de suas experimentações. Dedicado e curioso, ao voltar para o Brasil, o autodidata trouxe um equipamento e começou a fazer em casa sua própria cerveja. A cada cozimento, a paixão de criar novas receitas crescia, assim como o prazer em dividir a experiência aos amigos e familiares, como Peter Jancso, cunhado de Fabiani que acompanhou desde o começo os primeiros cozimentos caseiros e mais tarde tornou-se sócio-investidor do projeto. De lá para cá, o trio entrou em uma confraria e mergulhou no universo cervejeiro. Assim nasceu a microcervejaria Nacional, que atuava inicialmente apenas como fornecedora de bares, como o extinto Drake’s. O projeto cresceu com a entrada de Alexandre e de Marcus Ribas, da consultoria AyB, e em 2011, os sócios transformaram a Cervejaria Nacional em fábrica bar.

Serviço:
Cervejaria Nacional
Endereço: Av. Pedroso de Morais, 604, Pinheiros
Telefone: 11 4305-9368
Telefone para reservas: 11 3034-4318
Horário de funcionamento: segunda a quarta-feira, das 17h às 0h, quinta–feira, das 12h às 0h, sextas e sábados, das 12h às 1h e domingos, das 13h às 21h

Fonte: Anexxo Comunicação

Mistura Clássica conquista medalha de ouro no Mondial de La Bière

Beatus foi premiada pela segunda vez consecutiva no MBeer Contest Brazil



A Mistura Clássica, conhecida há 12 anos por produzir rótulos artesanais, sem corantes e estabilizantes, participou pela terceira vez do Mondial de La Bière, um dos mais importantes salões cervejeiros do mundo, que aconteceu entre os dias 19 e 22 de em novembro, no Rio de Janeiro. No evento, a cervejaria apresentou a primeira linha de cervejas artesanais em lata de um litro do país e os novos rótulos Hop Rio e Verolme. As já conhecidas e premiadas Vertigem, Georgia, Pan Head, Bills e Beatus, também marcaram presença no espaço.



Repetindo a dose do ano passado, a Beatus, uma Belgian Tripel, levou para a casa a medalha de ouro no MBerr Contest Brazil. O concurso contou com um júri altamente qualificado de integrantes nacionais e internacionais. Eles elegeram às cegas as melhores cervejas do Mondial de la Bière. 

O júri foi composto pelos americanos Brian “Spike” Buckowski (mestre cervejeiro), Randy Mosh (consultor de criação cervejeira), os brasileiros André Soares (sommelier de cervejas), Gil Lebre (sommelier de cervejas), Gustavo Renha (sommelier de cervejas), Rodrigo Sawamura (sommelier de cervejas e chef), Ronaldo Rossi (sommelier de cervejas e chef), Luiz Caropreso (sommelier de cervejas) e a inglesa Melissa Cole (sommelier de cervejas e presidente do júri).

A Beatus já conquistou Medalha de Prata no Concurso Brasileiro de Cerveja de Blumenau 2015, e Medalha de Bronze no Festival Brasileiro da Cerveja de Blumenau 2013, além das duas Medalhas de Ouro no Mondial de La Bière.

Localizada em Volta Redonda, interior do Rio de Janeiro, a marca pretende expandir em janeiro de 2016, com uma nova fábrica com o dobro da capacidade de produção da matriz, em Marina Verolme, Angra dos Reis. Com capacidade para produzir 130 mil litros por mês, a nova unidade será a primeira fábrica de cerveja no país instalada em uma marina, com acesso terrestre, marinho e aéreo.

Sobre o Mondial de la Bière:

O Mondial de la Bière se destaca como o mais importante evento para degustação e difusão da cultura cervejeira do país. A terceira edição, que aconteceu no Píer Mauá, contou com 112 expositores e mais de 800 rótulos de cervejas especiais.

Fonte: Documennta Comunicação

Natal chega à Cervejaria Nacional

Brewpub lança duas receitas de panetone com cerveja e oferece linha exclusiva de produtos para presentear amigos e familiares


Com mais de quatro anos de muita cerveja nas torneiras, a Cervejaria Nacional, fábrica-bar mais querida de São Paulo, oferece como sugestão de presente para o Natal uma linha exclusiva com produtos da marca para presentear os amigos loucos por cerveja ou para quem quer fazer a sua própria coleção de souvenirs cervejeiros. Desde a semana passada e durante todo o mês de dezembro será possível montar kits personalizados, tendo um desconto de 5% sobre o preço de tabela de todos os itens.

Na lojinha instalada logo na entrada da casa, os clientes podem encontrar camisetas estampadas com os desenhos de cada cerveja (cada lenda por R$ 60), bonés nas cores cinza e verde exército (R$15 cada), chaveiro emborrachado com logo (R$7) e sabonetes (R$18 a unidade). Outros produtos que fazem sucesso são os copos especiais. Entre as opções: o copo Weiss (R$ 38), o de Pint (R$ 35) e o de half pint (R$ 25). Para quem comprar as garrafas e se animar para fazer uma degustação em casa, também é possível comprar o Sampler completo (RT$ 100). Completando a linha, o Balde da Nacional (R$ 65) e o Growler de cerâmica de preto (R$ 100; 2 litros). Os sortudos que já possuem o recipiente podem enchê-lo novamente por apenas R$50.

Lendas engarrafadas

Outra boa ideia para quem quer presentear amigos e familiares admiradores das cervejas artesanais, as versões engarrafadas das lendas da casa podem ser levadas para casa em dois tamanhos diferentes. A Mula Ipa (R$23 / 600 ml e R$16/310 ml) – uma das marcas registradas da casa - é uma cerveja de alta fermentação com notas de caramelo e aromas frutados, sua generosa quantidade de lúpulos cítricos resulta no amargor alto e persistente dessa cerveja, fogosamente alcoólica (7,5%). A Y-îara Pilsen (R$18 / 600 ml e R$12/310 ml) de cor dourada e espuma clara, apresenta corpo médio, amargor sútil e uma boa presença de lúpulo, fiel às origens do estilo, surgido na República Tcheca no final do Século XIX. A Domïna Weiss (R$22 / 600 ml e R$13/310 ml) é preparada com malte de trigo e não é filtrada, resultando em uma cerveja amarelo-palha, sutilmente turva. Com aromas de banana e cravo e um amargor leve e refrescante, segue o estilo clássico alemão que faz sucesso há mais de 500 anos. A Kurupira Ale (R$21 / 600 ml e R$14/310 ml) é produzida a partir de uma receita de alta fermentação, seguindo o estilo Brown Ale. A cerveja de cor âmbar possui aromas de malte, toffee e frutado e sabor de malte torrado, levemente doce, equilibrado pelo amargor do lúpulo. Por fim, a Sa´si Stout (R$21 / 600 ml e R$14/310 ml) também de alta fermentação, é uma cerveja de alto corpo, robusta. O malte torrado lhe confere uma cor escura e notas tostadas, além do bom balanço entre doçura e amargor proporcionado pelo lúpulo.

Panetone com cerveja

Depois do grande sucesso do Natal passado, mais uma vez a Cervejaria Nacional celebra o mês de dezembro com panetones feito a base de cerveja. A casa lança duas receitas exclusivas que há estão à venda: a primeira sugestão é um Panetone recheado com ganache de chocolate feito com cerejas e cerveja Sa´Si Stout. Outra boa pedida é a versão recheada com doce de leite e Mula. IPA. Ambos com 750g podem ser levados para casa por R$32.

Serviço:
Cervejaria Nacional
Endereço: Av. Pedroso de Morais, 604, Pinheiros
Telefone: 11 4305-9368
Telefone para reservas: 11 3034-4318
Site: www.cervejarianacional.com.br
Horário de funcionamento: segunda a quarta-feira, das 17h às 0h, quinta–feira, das 12h às 0h, sextas e sábados, das 12h às 1h30 e domingos, das 13h às 21h 

Fonte: Anexo Comunicação

sexta-feira, 27 de novembro de 2015

Beertoon no Mondial de La Bière


Já era noite de sábado e minha bateria já estava chegando ao fim. No entanto, ainda tive forças para "disputar" e conseguir minha saideira do festival no badalado stand da Beertoon! Eram cinco rótulos disponíveis, com cada nome melhor que o outro. Assim estavam a disposição: Alquimia#1, Pedra Bonita, Delação Premiada, Mimosa e Bola nas Costas.

Cerveja em forma de arte. Esta é a tônica da parceria entre o mestre cervejeiro Leonardo Botto e cartunista Ique. Em sociedade com o empresário Léo Cerqueira, eles criaram a Beertoon.


Consegui! Olha a cara de alegria! Porém, não teve jeito, no fim do festival acabei tomando uma Bola nas Costas. Confesso que a bolada, por incrível que pareça foi muito boa!!! hahaha

P.S. a avaliação mais profunda desta cerveja fica para uma próxima oportunidade. Sabe como é, né? Fim de festa...

Ainda deu tempo de tirar uma foto com o grande Leonardo Botto!

Isso é tudo pessoal! Até o Mondial de La Bière 2016.

Saúde!
Luiz Araújo

Meara no Mondial de La Bière


A Meara levou para o evento mais de 30 rótulos de cervejas internacionais. Com sede em Campinas, São Paulo, a Meara Importação e Distribuição trabalha buscando o que há de melhor no mercado mundial de cervejas de excelente qualidade, afim de proporcionar ao público brasileiro o acesso a rótulos de prestigio nacional e internacional.


A degustação da vez foi a Kasteel Rouge, uma fruit beer com 8% de teor alcoólico e coloração rubi. No aroma e sabor frutado, destaque para a cereja. O álcool é muito bem inserido, apesar dos 8% de teor alcoólico. O dulçor se sobressai, mas não é enjoativo. Uma ótima cerveja que indico para os fãs do estilo!

Saúde!
Luiz Araújo

Three Monkeys no Mondial de La Bière


Stand da Thee Monkeys no Mondial de La Bière. Este ano a cervejaria trouxe para o Mondial quatro cervejas, duas já conhecidas do carioca, a Goldeen Ale e a India White Ale, além dois lançamentos: cOPAcacabana, do estilo Pale Ale com adição de aveia (em inglês: oatmeal) , produzida em parceria com a cervejaria 3Cariocas e a Three Monkeys Brownie Ale, em parceria com o Brownie do Luiz.

Pausa para foto com a rapaziada da Three Monkeys


Como já havia experimentado em outros eventos a Golden Ale e a India White Ale, tive que escolher uma dentre as duas novidades. Fui tendenciosos, confesso, ao escolher a do estilo que está entre um dos meus preferidos. Fui de Brownie Ale! A cerveja tem coloração castanho escuro, com boa formação de espuma e persistência. No aroma, notas de chocolate amargo, caramelo, toffe, café e torrefação. O sabor segue o aroma, com dulçor leve e amargor moderado devido a torra do malte. Muito boa e deliociosa!

Cheers!
Luiz Araújo

Contrabando Beer Truck no Mondial de La Bière


O Contrabando Beer Truck leva Cerveja boa para todos os lugares. Desta vez, ele estacionou no Mondial de La Bière trazendo para o público as seguintes cervejas: Madá Brit (English Pale Ale), Oceânica Slow Down (Session IPA), Verve Spiritus (Wit IPA), Muzenza Brazilian Pale Ale (India Pale Ale), Marmota IPA (India Pale Ale) e Oceânica Easy Dive Witbier).

Stand Contrabando

Madá e Muzenza

Ninkasi Beer Club no Mondial de La Biére

Resolvi experimentar a Muzenza Brasilian Pale Ale criada por por Alexandre Dannemann (foto) e produzida na Cervejaria Dádiva (Jundiaí - SP). Não me arrependi!!!

Uma cerveja de cor âmbar, boa espuma e levemente turva. Uma cerveja muito aromática, com notas de caramelo, abacaxi, maracujá e frutas cítricas. O sabor segue o aroma, com um ótimo equilíbrio entre dulçor do malte e amrgor do lúpulo. Final duradouro e com amargor na medida! A cerveja tem um ótimo drinkability. Passaria uma tarde inteira bebendo esta cerveja. Gostei bastante. Muito boa!

Cheers!
Luiz Araújo

quinta-feira, 26 de novembro de 2015

My Tapp no Mondial de La Bière


O MyTapp é um sistema de autoatendimento que pode ser adaptado em qualquer tipo de torneira, seja mesa ou parede. Com ele, você tem total controle sobre a cerveja que está bebendo e custo em tempo real.


Como funciona:
1. Quando você chegar ao seu pub favorito, você receberá um dispositivo para acessar o MyTapp (cartão ou pulseira);
2. Chegando nas Tapps, você encontrará uma tela lcd com todas as informações das cervejas disponíveis;
3. Para se servir, aproxime seu dispositivo ao leitor infravermelho. Com ele, você também acessará seu histórico de consumo;
4. A válvula será desbloqueada e você poderá servir-se da quantidade ideal;
5. Na tela, aparecerão informações sobre o quanto você já consumiu e o quanto está se servindo no momento – em ml e em reais;
6. Após terminar de se servir, aguarde 2s para que o sistema faça o logout da sua conta e se prepare para o próximo copo.


Com o MyTapp você tem muito mais controle sobre qual cerveja você quer beber, o quanto quer beber e o quanto vai pagar. É o chopp com o melhor custo benefício que você conhece, tanto para o bar quanto para a galera.

Cheers!
Luiz Araújo

Dead Dog e Bière Moulin no Mondial de La Bière

Marcaram também presença no Mondial de La Bière Rio, as cervejarias Cerveja Dead Dog e a Bière Moulin - Cervejas Artesanais, Beer Sommelier, Eventos e Beer Truck. As duas participaram do festival com o apoio do SEBRAE.





A niteroiense Dead Dog levou para o público a sua AIPA (American India Pale Ale), com 5,7% e 46 IBU's. Além disso, como novidade um filtro com lúpulo e café, por onde passava a cerveja. Nenhuma cerveja Dead Dog é feita por obrigação, todas são feitas por puro prazer, sempre em clima de festa e com muito Rock’n’Roll.



A Bière Moulin apresentou a sua Blond Ale no evento. Uma cerveja com um estilo Europeu, feita com um toque bem brasileiro. Sua coloração dourada, o delicado dulçor, notas condimentadas e a sensação de aquecimento são suas principais características. A Bière Moulin ainda ensina você a produzir e degustar uma cerveja.

Saúde!
Luiz Araújo

Penedon Brew Pub no Mondial de La Bière

Stand da Penedon Brew Pub


Foram doze rótulos diferentes e dezesseis torneiras disponíveis para o público escolher o que beber na Penedon Brew Pub!


My Tapp Penedon

Além disso, a Penedon apresentou uma novidade. Um sistema de auto atendimento, em parceria com a My Tapp (falaremos dela ainda em um post separado), onde o cliente tinha a opção de carregar um cartão pré-pago (mínimo de 1 litro) e escolher o que beber e na quantidade desejada.



No sábado me dirigi ao stand na intenção de degustar a Penedon Savustettu Olut, uma Smoked Hell, mas infelizmente não a encontrei mas disponível. Sendo assim, pedi Bauréééti Smoked Lager, também defumada do estilo Rauchbier. Já tinha experimentado a mesma no Downtown Oktoberfest e como gostei muito resolvi repetir a dose.

A Bauréééti é uma cerveja com 4,9% de teor alcoólico e 19 IBU's. De coloração castanho escuro e espuma de cor bege. No aroma, o malte remete a defumado, tostado, fumaça e bacon. O lúpulo é leve. O sabor acompanha o aroma. O retrogosto remete a fumaça, defumado e leve amargor. Muito boa!

Saúde!
Luiz Araújo

Weird Barrel no Mondial de La Bière

Stand dos piratas da Weird Barrel



Um brinde com Raphael Moscheta, um dos sócios da cervejaria de Ribeirão Preto


Subi a bordo da nau dos piratas para enfim experimentar a Pirate's Flip! Uma session IPA com 3,8% de teor alcoólico e 45 IBU's. Na receita gengibre, lúpulos Galena e Cascade. O nome faz referência a uma bebida pirata que continha o gengibre como um de seus principais ingredientes. 

A cerveja tem coloração âmbar, boa espuma leve turbidez a frio. No aroma, destaque para o gengibre, que conferiu pefil aromático muito legal a cerveja. Combinou perfeitamente com o perfil frutado e cítrico dos lúpulos. Amargor na medida. Cerveja muito boa! Alta drinkabilidade e perfeita para beber durante uma tarde inteira seja no calor do Rio ou de Ribeirão Preto.

Splice the Mainbrace!
Luiz Araújo

Brassaria Ampolis no Mondial de La Bière


Uma homenagem e um presente oficial da família do Mussum, para os apreciadores de boas risadas e belas cervejas.


Além das cervejas, kits, camisetas e souvenirs para todos os fãs da cervejaria e do saudoso Mussum.



Brassaria Ampolis no Mondial de La Bière

Na passagem pelo stand pude dar umas beiçadis nas cervejas seguintes cervejas:
Biritis, uma Viena Lager de coloração alaranjada, aroma maltado com notas de caramelo e lúpulo herbal. No sabor, leve dulçor e amargor moderado.

E no lançamento da cervejaria, a Ditriguis do estilo Witbier, com zest de laranjas e pimenta da jamaica. Uma cerveja de coloração amarelo-palha, com aroma aroma cítrico, aroma de casca laranja e leve picância. O sabor acompanha relativamente o aroma,com dulçor médio e leve amargor. Cerveja com corpo leve e bem refrescante. Uma boa pedida para o verão carioca! 

Sandro Gome e Luiz Araújo

Pausa para foto com Sandro Gomes,  filho do Mussum e um dos sócios da cervejaria (os outros dois são Diogo Mello e Leonardo Costa).

Saúdis!
Luiz Araújo